pulo

16 de nov de 2017

O preço que não quero pagar


Muitas coisas aconteceram nesses dias; foram momentos de afastamento por necessidade e principalmente, pela falta de tempo em escrever por aqui. Aos poucos vou colocando as novidades nesse espaço, pois preciso espairecer a mente através das digitações.

Vamos lá... O assunto na pauta do dia é: meu filho!

Com Tutu laudado, as coisas mudaram um pouco nos quesitos médicos, inclusive na vibe medicamentosa; um novo remédio foi inserido (paguei para ver), mesmo não sendo fã de determinadas medicações. Mas levei em consideração a opinião e recomendação médica.

Inicialmente Tutu tinha que tomar meio comprimido de Tegretol por 15 dias, só após esse período, tomaria o comprimido inteiro; sempre a noite, antes de dormir.

Obviamente esse é um daqueles remédios cuja bula já assusta pelo tamanho; ao ler a coisa toda, só piora. Sei que todo medicamento de atuação neurológica é assim, cheio de reações adversas, tomei um por anos; mas sendo do filho, até fiquei receosa, admito!

Tutu tomou o meio comprimido com ar de vitória pessoal, já se considerava grande por tomar remédio igual adulto, rs. Fiquei super atenta, tentando observar qualquer reação adversa; percebi algumas mudanças significativas e anotei tudo para o conhecimento do médico no retorno agendado.

Após 15 dias, chegou o momento da medicação inteira, estrategicamente num final de semana, melhor momento para notar alguma anormalidade; dito e feito!


Como Tutu tomou o comprimido a noite, já acordou alterado; no horário de costume, chegou na minha cama reclamando de muita tonteira, estranhamente ainda estava com sono e dormiu ao meu lado. Obviamente, fiquei acordada em alerta!

Para tomar café da manhã foi um custo, um misto de sono e tontura dificultava tudo; tive que escovar os dentes dele por medo de que a tontura desse enjoo e consequentemente vômitos. Do banheiro voltou para a cama, até para ver TV queria ficar deitado; tudo resultou num novo cochilo, que durou toda a manhã. Tutu só acordou para almoçar; outra luta na mesa, após as reclamações sobre a tontura e o sono que persistia.

Consequentemente, dormiu a tarde toda, só acordou ao anoitecer, com a fome que sentia. Desta vez acordou melhor, disse que a tontura havia diminuído bem; foi o momento que melhor se alimentou, até conseguiu jogar um pouco de vídeo game depois, provando que o efeito nefasto da medicação estava se dissipando. Após brincar por algumas horas, dormiu no horário costumeiro sem problemas; desta vez, deitando ao meu lado, como um meio de sanar minha preocupação.


O que tiro disso tudo?

Que Tutu nunca mais toma essa medicação!

Anotei diariamente as consequências dela: Nos 15 dias de meio comprimido, Tutu voltou a gaguejar, como antes das aulas com a fono; a coisa toda aumentou ao ponto de retornar as olhadelas para cima, o rateamento de palavras e as piscadelas de tentativa de concentração ou de nervoso por não se fazer compreender. 


Mudanças na hiperatividade ou concentração não foram percebidas por mim e nem pela escola. E no final de semana, com a dosagem completa, foi o verdadeiro fiasco!

Tutu virou um zumbi; a casa tinha um silêncio atípico, como se não existisse uma criança nela. Nunca detestei tanto o silêncio; o mesmo que, por tantas vezes, almejei. A preocupação com meu filho nunca foi tão sofrida; me senti culpada, fato!

Se esse é o valor do silêncio, da calmaria e da paz que, a maioria das famílias desejam e pedem aos médicos de suas proles; sinceramente, esse é um preço que não quero pagar!

Prefiro meu filho normalmente agitado, com a felicidade de ser quem realmente é; eu que me adeque a ele e não ao contrário.


Eu que tenha forças para o ajudar a conviver bem em sociedade e a sobreviver no mundo escolar; do melhor modo que puder e der!

A culpa que senti, por vê-lo naquela condição, sabendo que foi algo que eu lhe dei, foi a pior sensação que já tive nessa vida!

Ele confiou em mim e engoliu algo que mudou sua personalidade, o fez passar mal e apagou sua luz. 

Se pudesse voltar no tempo, faria!

Se me permitisse chorar, seriam lágrimas de sangue que cairiam de meus olhos; sem me importar com o mimimi de ser dramática demais.

Agora é aguardar a consulta e contar ao Neurologista o que a medicação completa fez ao meu filho e deixar claro: esse remédio, nunca mais entrará no organismo de Tutu!

Só espero que o peso da culpa sentida, um dia, fique mais branda em mim...

13 de nov de 2017

Tanto...




Tantos acontecimentos...

Tantas coisas para lembrar...

Tantas linhas a escrever...

Tantas decisões tomadas...

Tantas burradas feitas...


Tanto!


Falta tempo.

Falta paciência.

Falta papel e caneta.

Faltam palavras, no excesso de sentimentos.


Calma, uma hora eu volto, aguardem mais um pouco por mim.

2 de nov de 2017


Não aguento ver/ler tanta violência pela timeline, não vejo mais jornal na TV justamente por isso; não me tornei alienada, só não me permito vibrar nessa vibe coletiva!

É tanta violência física, espiritual, mental, educacional, cultural, social e animal; que fico perguntando: onde está aquele maldito meteoro que não cai ou o tal planeta X que não passa?

Tô longe de ser exemplo para alguém, curto algumas de minhas falhas; mas tem horas que dá vontade de resetar o sistema mundial, sabia?

1 de nov de 2017

Paleiro


Eu acho incrível a capacidade de algumas pessoas não me esquecerem, vira e mexe viro assunto na boca ou na mente de algumas; mas se enganam achando que nunca descobrirei.

Tem uma pessoa que pensa em mim até hoje, ela é meio carrapato; mesmo com o fim de um relacionamento, acha que ainda pode se aproximar. Sou uma coisa mau resolvida na vida dela; chega a ser, creio, uma obsessão.

Seja aqui ou acolá, tal pessoa sempre tenta saber de mim, seja por pessoas em comuns ou até mesmo forjando contas falsas em perfis sociais; ainda possui a afronta de pedir que a adicione, deve achar que sou tola.

Eu vejo e rio, bloqueio o tal perfil novo; quantos seus "eus" já bloqueei mesmo? Perdi a contra entre perfis de homens, mulheres e até adolescentes; embora essa última categoria, a mente com certeza pertence.

Mas o que eu acho pior é no acolá; chega a ficar feio para tal pessoa ser paleira.

Agora que meu currículo está on line e os serviços estão chegando, tal pessoa ficou possessa; se deixar rói o próprio dedo, pq as unhas já acabaram, rs.

A pessoa tenta se aproximar de mim de maneiras indiretas, querendo forjar um encontro por acaso, o famoso "vc está aqui tb?", "há quanto tempo!", "já voltou?!"; que ridículo! Na maioria das vezes me vê de passagem, tenta me seguir e fica "chateadim".

Tal ser percebeu (tarde demais) que sua mentira, não atingiu somente a mim, atingiu a "família"; pq aqui, no plano terreno, podes até engabelar, podes até jurar de pé junto que não fez determinada coisa; mas no acolá, ahhh... lá somos o que somos sem qualquer máscara ou roupagem. Lá vc não teve como sustentar sua mentira, não é?

E na nossa "profissão" no acolá, mentir para a "família" não fica somente na repreensão, não fica somente num castiguinho no canto isolado, como a criança que és; no seu caso, que é reincidente, a pena é o isolamento total. Como se a pessoa decaísse um posto, perdesse uma patente; obviamente impossibilitando-a de fazer serviços com a equipe que pertencia.

Não nego que vejo seu sofrimento/revolta e sorrio de canto de boca; vc arrumou a cama que quis deitar, aproveite! Me regojizo com isso, admito!! Ter pena de vc? Jamais será!!! Nessa altura de sua "vida", já deveria ter aprendido como sou.

O que acho chato é o choramingo; aquele papinho de sempre, pedindo perdão quando nos esbarramos por aí. Vive dizendo que não mediu o que estava fazendo, que estava de cabeça quente, que só pensou melhor depois. Ainda tem o discurso furado, tentando me convencer, que agora não adiantaria admitir que errou, pq muito tempo já passou, pq vc tem uma imagem a zelar, que eu devo aprender a perdoar e esquecer; me poupe! Quando nego os pedidos feitos, a pessoa tem a cara de pau de dizer que eu sou culpada pelo comportamento falho dela... É a mania do desleal, querer se justificar, colocando a culpa no outro.

Repito aqui (pq sei que vc lerá meu blog), o que sempre sustento lá; quem sabe assim, vc não se engane, dizendo que não "lembra" pq está "de olhos abertos". Garanto que ao ler, lembrará muito bem das coisas do acolá.

Quer o meu perdão? Admita o que fez! 


Admita para todos os envolvidos a sua mentira sórdida; admita olhando em meus olhos, admita a plenos pulmões para que todos ouçam, admita pelo amor que já disse ter por mim, admita o quão frágil vc é, admita que engana (até hoje) os que diz que ama e são da sua convivência.

Admita a verdade de seu erro, simples assim!


No dia que vc fizer isso, no plano terreno, eu lhe desculpo!

Pq pedidos choramingados de perdão no plano espiritual, não me convencem e muito menos me comovem; tenho dito!

30 de out de 2017

Espelho, espelho meu...




Quantas vezes vc já quis trocar de lugar comigo?

Nenhuma!

Sério?!


Aham... e vc?


Algumas... não, muitas.


Não curto muito essa sua normalidade podada e triste; esse seu piloto automático que vc teima em chamar de vida.

Mas viver não significa sanar todas as suas vontades e desejos doa a quem doer; viver em sociedade é ter direitos e deveres, responsabilidades e compromissos. Até fazer coisas pelos outros de bom grado, sabia? E tem o lance de amigos, família... deitar a cabeça no travesseiro, sem perigos.

Vc e sua mania besta de florear palavras para conseguir suportar suas decisões; encare os fatos, acatar sua punição não a faz parecer melhor ou mesmo superior.


Aff... ¬¬


Não se preocupe, isso vai logo acabar...


Como vc sabe?

Vc tb perceberá; aguarde e confie!


Medo quando vc fala assim.

É bom mesmo!!!

Espero que seja bom para ambas.

Esperamos.

26 de out de 2017

Changements Spirituels



As mudanças ocorrem também no físico; principalmente quando autorizamos isso e temos a certeza que certos inibidores, quando retirados do corpo, trazem efeitos rápidos.

Perceber as mudanças não é fácil, na verdade, só as tenho notado bem depois; fazem parte da pedagogia do patada astral, rs.

Exercícios mentais também tem ajudado, nem são complicados de fazer, mas demandam tempo, um luxo que estou lutando para aumentar um pouco mais; momentos de solitude na cama são preciosos, fato.

Exercícios físicos são mais chatos, mas aceleram a desintoxicação corporal; o problema é ter a maturidade de 40 anos, com a mente ativa dos 20 e joelhos de 60 anos; pelo menos a coluna já está condizente com a idade atual do corpo.

Mas tem coisas que só o silêncio e a madrugada podem fazer, pq certa glândula do meu corpo só pode ser estimulada na escuridão, é biologicamente preparada para ser inibida na luz.

Quando ativada, reverbera nas frequências do mundo espiritual, facilitando as viagens astrais no onírico; dando aquela sensação de conhecimento profundo e euforia divina, além do fortalecimento do Eu espiritualizado.

Dizem que os melhores horários para isso são entre 1 e 4 da manhã, comigo o ponto máximo é a partir das 3 da madrugada, durando até o amanhecer; por isso odeio tanto o horário de verão.

E vou convivendo com tais mudanças, esperando o que está por vir; as férias acabaram de vez!


23 de out de 2017

Vamos jogar?




Tudo começou num encontro simplório, nossos olhos se cruzaram instantaneamente; um reconheceu o outro num susto assombroso e enigmático, mas sorrimos gentilmente, usando nossa habitual ironia.

Acredito que nenhum de nós ficou confortável naquele ambiente, mas jamais deixaríamos isso transparecer; ninguém estava brincando ali.

Não precisei te visualizar para saber que não escapei, em momento algum, do seu olhar; não nego que isso foi excitante, afinal somos predadores.

Tenho certeza absoluta que vamos nos encontrar novamente, obviamente não será por acaso; cada qual guardou o cheiro do outro muito bem.

Aguardo, ansiosamente, nosso reencontro; adorarei jogar com você!

Com amor,
Eu.

17 de out de 2017

Vídeo


Muita gente veio no privado me perguntar qual era o vídeo que fez minha cabeça ficar a mil, rs.

Então resolvi postar o dito aqui...

Guerra de Orion & Contratos de Abdução

Se o conhecimento dele chegará a todos, eu não sei; se a mente das outras pessoas vão ficar doidas como a minha ficou, não tenho a menor ideia; se a maioria vai ver e achar uma grande bestagem, garantindo que eu bati pino, também não me importa.

Aprendi uma vez que o conhecimento a gente dá, se quem receber, vai tirar proveito ou não dele; não é problema meu!

Boa sorte a tod@s! 🙋

16 de out de 2017

A ficha caiu...


No feriado eu postei isso no meu Facebook: "A ficha finalmente caiu, sobre o pq deu gostar tanto do Antigo Egito, mas ter um entrave no culto... Só me resta agradecer!" 

Desde que me entendo por gente, gosto do Antigo Egito, sempre tive sonhos vívidos com aquele tempo quando moleca; com acontecimentos e/ou coisas cotidianas ou divinas. Crescendo, fui ampliando meus conhecimentos com leituras históricas, esotéricas e espirituais. 

No Espiritismo compreendi muita coisa, mas foi num Centro que participei mais ativamente, que pude fazer uns resgates de memórias bem interessantes; porém, eles tinham o péssimo hábito de me podar e tentar me proibir de fazer algo, foi quando fiquei revoltada! 

Saí desse Centro e continuei com minhas buscas e estudos sozinha, inclusive na magia.

Nesse caminho solitário, encontrei com a The Kemetic Orthodox Temple - House of Netjer - HON e algo se ligou dentro de mim de um modo fantástico; foi ótimo e fiquei ortodoxa. A coisa toda fluía muito bem, até que cheguei num entrave, num bloqueio; alguém me dizia internamente que eu precisava de mais, algo antigo e ao mesmo tempo moderno, mas eu não compreendia o que era e isso me frustrava muito.

Com a proximidade do nascimento do meu filho e devido a acontecimentos importantes, espiritualmente falando, decidi suspender meus serviços, totalmente. Me dei uma pausa forçada de 7 anos; não importava de onde se pedia a ajuda ou chegasse trabalho, não fazia de modo algum.

E o tempo passa, o tempo voa e a pausa termina...

Com o currículo novamente no mercado e os serviços on line, voltei aos meus estudos e práticas mágicas/espirituais, tirando aos poucos a ferrugem formada nas engrenagens; obviamente esse reinício não é fácil, mas to levando relativamente bem.

Pedi autorização e voltei também na HON. Foi ótimo ver que "Quens" me guiam também gostaram.  E com o retorno à certas práticas cotidianas, advinha quem pintou novamente na área? O tal entrave! Mas como estou num momento em que tenho chutado vários baldes, deixei claro que, ou eu entendo isso de uma vez, ou mando a Merlim para sempre nessa vida.

Eu brinco que o Divino nunca fala comigo; na verdade, o Divino tem que me dar é patada astral, para eu ver se eu presto atenção direito nas coisas, sabe? Sutileza não funciona comigo!

E assim foi; na última vez que senti o entrave, bradei que eu topava saber de tudo de uma vez por todas, mesmo que doesse horrores. O tempo passou e eu esqueci do pedido; pisciano é desligado mesmo.

Então, nesse feriado aconteceu; depois de uns passeios, serviços e visualizações no onírico/astral, dei de cara com um bando e o entrave saltou aos olhos. Esquecendo de onde estava e com quem, pensei alto ao ponto de ficar nítido; foi notável o meu desconforto com a ideia Federada, a veia rebelde ainda pulsa e me orgulho disso, para a reprovação de muitos, rs.

Mas como tudo que ocorre lá, também reverbera aqui, no finds um vídeo longo caiu na minha rede; agora não tinha como dizer que eu nada sabia.

Vendo o vídeo, melhor dizendo, escutando atentamente as palavras lançadas, a mente explodia em mil informações, como se uma gaveta tivesse sido aberta a força e seus documentos fossem jogados na minha cara. A pessoa do vídeo falava , as imagens pipocavam, o conteúdo fazia colagens entre passado, presente e futuro, o espaço tempo era espiralado; nesse turbilhão informativo compreendi completamente o entrave, sob a ótica de várias vidas e muitos postos.

Minha evolução precisava da reconexão com o passado, certas formulações e dogmas, mas nem tudo do passado estaria nas práticas cotidianas, pelo simples motivo de certos ensinamentos terem se perdido nas areias do tempo, algumas práticas energéticas não existem mais; mas outras práticas que vivenciei e resgatei no Espiritismo, na Magia e no Onírico, eram o pulo do gato necessário nesse momento; reunir passado - presente - futuro, vibrar em diferentes níveis e corpos para o resgate pessoal; que é realmente o que importa, pq esse lance de coletivo é uma consequência ao meu ver; sou egocêntrica, admito, rs.

"A libertação está na ascensão individual de cada um de nós!"


Nesse momento me chamei de burra, pelo simples fato de não ter percebido até então, algo tão óbvio!

Passei as últimas horas do feriado com a mente num processo elétrico monumental, essa madrugada nem dormi. 

Obviamente, passarei dias matutando sobre tudo que vi, escutei e lembrei. É muita informação, gente!

A única certeza que tenho, é que não tenho mais nenhuma certeza sobre o que vai acontecer na próxima conexão física espiritual; só espero que minha mente e minha casa não entrem em colapso total, rs.

Vamos ver o que aos poucos, consigo colocar aqui, algo que presta...