pulo

29 de dez de 2011

Meu 2011



Esse foi um ano de mudanças profundas na minha doce pessoa.

O fato de me tornar mãe foi o estopim de tudo!

"A cria muda a mulher."

O que eu percebi? Que me tornei uma pessoa melhor em muitos sentidos. Sem balela, ok? Admitir isso é importante para mim.

Fiquei mais esperta e sagaz, atenta a pequenos detalhes que me rodeiam; fui menos egoísta e egocêntrica, mais protetora e doadora, mais calma e humana, mais emotiva e muito chorona, e principalmente, mais receptiva as novidades.

O mundo ficou menos sério para mim, uma certa vibração tomou conta de tudo, mas não fiquei sonsa, bobona ou absorta, muito pelo contrário.

Aprendi que o mundo muda sem a gente perceber e ficar presa a certos pensamentos é perda de tempo e energia.

Todos podem errar, inclusive eu e o fato de poder errar dá uma certa leveza no viver.

As pessoas mudam, as ideias também, mas as ideologias persistem.

E no ciclo de mudanças, que aprendi na carne, na mente e no espírito, resolvi me abrir mais ao perdão, mesmo que não me peçam por ele.

Perdoar para libertar, entendem?

Perdoar para retirar um peso/energia/raiva/mágoa/lembrança/dor e voltar a ser leve para voar com o vento que renova minhas energias.

Então sentei e perdoei um monte de gente, mesmo que elas não saibam disso e nem precisem saber. Mas perdoei principalmente a mim, pelos meus atos, pela minha infantilidade, pelas minhas escolhas erradas e até por amar demais ao ponto de não querer ver o óbvio.

O perdão atrai o amor e a calmaria, dito e certo!

Sendo mais leve e receptiva, as pessoas realmente importantes notam e se aproximam mais, tanto no virtual quanto no real; tudo bem que a fofura do Arthur contribuiu muito, mas nem todas as visitas/conversas são exclusivas para ele e por ele, né? Eu também tenho minha importância, rs.

Em 2011 eu aprendi tanta coisa, como há anos não fazia, percebi que estava no modo automático e decidi não viver mais assim.

2012 é um ano crucial para mudanças e as quero na minha vida; sei que serão mudanças profundas, que por vezes ferem mas ajudam a amadurecer, que dão a certeza do que realmente queremos quando escolhemos viver.

Mesmo com o 2010 cheio de provas terríveis e um 2011 cheio de aprendizado e amadurecimento, espero que 2012 mude mesmo as energias do meu mundo, pq renovar é sempre preciso, energia estagnada é energia morta.

Desejo um Feliz Ano Novo a todos que me lêem, que me conhecem, que me admiram, que me amam e que me aturam, rs.

Desejar o bem é bom, pois tenho certeza que ele volta em triplo para mim.

Boas Festas para tod@s!!!



28 de dez de 2011

Eu li e chorei por ti


Eu sempre escutei: "A cria muda a mulher!" Sempre achei uma balela, mas hoje vejo como é real.

Com o Tutu, aprendi a perdoar, mesmo que não me peçam perdão e isso foi duro para mim (graças a Luciana entendi o aprendizado); aprendi a relevar o que machucou o meu coração, aprendi com a emoção e o sentimentalismo profundo, o que se deve mesmo guardar no peito, as coisas boas que nos melhoram a alma e o conteúdo aprendido para não se ferir novamente.

Nessa noite calma eu resolvi ler, descompromissadamente, e na leitura me emocionei profundamente, ao ponto de chorar de dor.

Márcia Frazão me fez lembrar de uma amizade verdadeira, da mocidade, cheia de esquisitices, companheirismo, amor e saudade. Saudade pq essa amiga, recebeu a carta de Deus a convocando mais cedo, e como no livro, eu teimei em não ver os sinais, teimei em não ver o convite e a carta que Deus escancarou na minha frente. Mas, diferente do livro, infelizmente, eu não pude dizer ou vivenciar o adeus...

E chorei de saudade, de tristeza, de alegria.

Chorei por um tempo que não volta mais, por rixas ciumentas infantis, que moldaram nosso ser, chorei por um tempo não vivido, por um presente não compartilhado, pelo futuro não dividido.

Chorando no meu quarto, fui diluída dos meus pensamentos e do meu livro, para socorrer o amado com a troca rápida da botija de gás, para o pão de queijo não desandar.

E na área de serviço, aberta ao tempo, vi a chuva cair devagar, molhando a terra e meu rosto, misturando minhas lágrimas com a água bendita do céu.

Sei que na dor, nas lágrimas e na saudade, assim como a Márcia viu Jaqueline, eu vi Thais.

Entendi a dor de Márcia como se fosse a minha, a saudade é sempre coletiva, ela nunca é de uma só dor/pessoa/situação.

Revi na mente conversas antigas, do tempo em que querer uma casa, era a vantagem de morar só e nem pensar em família, embora eu estivesse namorando. Imaginei nossas atuais conversas, perto do fogão, trocando talvez receitas e pequenas confidências culinárias e mágicas.

Tudo bem, sei que vamos no futuro nos encontrar, mas a dor da saudade, essa senhora por vezes má, é complicada de aplacar sem molhar os olhos e avermelhar o nariz.

E nessa noite de chuvinha fina, que lava a minha alma, molha a terra e embebe minhas plantas, vou comer o pão de queijo, belisquete que Thais adorava e que "sem querer" o destino fez cair na minha noite de leitura e saudade.



2012 o Ano

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2012, o ano do fim do ano do fim do mundo, do fim dos tempos.

Muitas profecias proclamam este ano como o fim dos tempos, considerando o fim deste ano, como sendo o fim do mundo.

12/12/2012 ou ainda 21/12/2012.
Porque 21 espelha o 12.

No mundo nada se cria, tudo se transforma, logo o ciclo da trasformação segue seu curso, e então nada muda, nada finda.

A Bíblia relata no livro do Apocalipse fatos como o que estamos vivendo, tais como a dos falsos profetas, e também faz citações que podemos relacionar, como por exemplo, o propalado “monstro das sete cabeças”.

O Tarô nos mostra a decorrência dos fatos tendo como base leis fundamentadas na Física, como por exemplo a lei “de causa e efeito”, bem explicada por Hermes, quando afirmou que “o que está em baixo é igual ao que está em cima' e posteriormente foi reafirmado por Jesus quando disse: “Assim na terra como no Céu”.

Vivemos e viveremos em 2012 diante de um quadro onde os conflitos estão aflorados, e a um nível de saturação.
O tempo não delimita, dá continuidade aos fatos que prosseguem no tempo sem solução.
Sabemos que o Amor, que a tudo abrange não tem opostos, mas que o medo se opõe ao amor, bloqueando nas mentes a possibilidade da reconciliação e da paz.

O medo é insano e traz consigo a insanidade, e esconde a corrupção, a ganância, a vingança, e propõe a destruição.
Mas estejamos atentos, pois cada vez mais serão perceptíveis as verdadeiras intenções de pessoas, grupos, instituições, nações.
Máscaras de cordeiro cairão cada vez mais revelando a identidade do lobo.

Estes fatos possibilitarão a cada pessoa tornar consciente suas escolhas e se posicionar de acordo com seus interesses que se tornarão claros e determinados diante dos demais, porque as reais intenções de cada pessoa, família, grupo, instituição, nação e, ou religião e de seus dirigentes estará evidente e sem disfarces. Cada vez mais.

Muitas pessoas estarão abaladas emocionalmente e exaustos pelos conflitos e frustrações optarão por buscar um outro jeito, encontrando clareza mental em um caminho religioso, que silencioso, proporciona harmonia interior.
Estas pessoas encontrarão em suas atividades a realização plena, pois na harmonia interna é possível perceber cada pessoa como irmão, e cada irmão como alguém a serviço do outro, e cada serviço como parte da confecção do tecido que revelará a unidade resultante da conciliação entre pessoas, e nações.

Neste estágio a justiça será reconhecida por estes, que promoverão o equilíbrio entre pessoas e povos.
O apocalipse se revelará como o fim do mundo dos conflitos, o fim do mundo do medo, o fim do mundo da vingança, o fim do mundo da ganância, o fim do mundo das mentiras, o fim do mundo das guerras, o fim do mundo do sofrimento, o fim do mundo da dor, o fim do mundo das injustiças, o fim das ilusões, o fim das insanidades.
Porque estes entenderão que o fim do mundo não é destruição, mas tradução.

O fim do mundo é sua tradução em Céu.
Sonhos não se realizam, porque os sonhos não mudam, apenas mudam cenários, e a Realidade é eterna, imutável, para sempre.

Assim, neste início de ano, convocam-se as pessoas para traduzirem o mundo do medo em Céu.
O Céu é alegria, felicidade, conhecimento, verdade.
A verdade é a luz que traz clareza a as mentes.
Este é o significado de ser a “Luz do Mundo”.

A cada conflito, a cada medo, a cada sofrimento, a cada tristeza, a cada dor, a cada ação, palavra, omissão, ou pensamento insano, vamos traduzir em Céu, alegria, verdade, felicidade, amor.

O amor é saúde, é sanidade, é saudável, é Santidade.

Em 2012 sejamos Sãos.

Bilhões de Bem Sãos.

Jorge Luiz Brandt

25 de dez de 2011

Plantas que tem que ter em casa e seus perfumes



Plantas que tem que ter em casa e seus perfumes

E para que serve? 

1-) 5 flores de girassol (na sala para ganhar dinheiro)
2-) Espada de São Jorge (na porta de casa corta espíritos ruins).
3-) Lírio da paz (no chão do quarto, filtra as energias negativas).
4-) Ter um vaso de arruda com guiné (inveja).
5-) Pinheiro (defende contra o mal olhado).
6-) Rosas Vermelhas: (propiciam saúde).
7-) Deve ter na entrada da casa um vaso de arruda e atrás um vaso de guiné. A inveja mata a arruda e a guine filtra a energia negativa.
8-) Quando você tiver uma festa em sua casa depois da festa varrer o chão e jogar o pó em um vaso de arruda.
9-) Para ter um emprego bom e ter um amor: tenha um vaso de Amor Perfeito em casa.
10-) Para resolver problemas amorosos (amores mal resolvidos): tenha uma Azaléia em casa.
11-) Para prosperidade no amor: sempre ter no criado mudo um vasinho com 3 rosas cor salmão ou a plantinha brinco de princesa dentro de casa.
12-) Para trazer abundância a sua casa plantar um pé de bananeira.
13-) A murta te deixa doce se tem pessoas bravas na casa plantar um pé de jasmim.
14-) Figueira clareia os caminhos.
15-) Quaresmeira é o anjo que perdoa.
16-) Laranjinha Karkan trás saúde.
17-) A lavanda acalma, para dormir 10 gotas de essência no tecido ou no travesseiro.
18-) Alecrim purifica o ar e colocar alecrim nos pés dos seus filhos afastam espíritos.
19-) Limão e laranja colocar a casca na cabeceira da cama.
20-) Rosa e jasmim para acalmar e auto estima.
21-) Casca de mexerica colocar na água e ferver e passar no chão para entrar dinheiro e para trazer alegria.
22-) Chá de hortelã passar no chão do quarto para tirar as energias ruins (serve para quando tudo na vida esta dando errado).
23-) Chá de alecrim é bom passar na cabeça para a queda de cabelo e também tomar para alegrar a alma de quem esta triste.
24-) Se você esta nervosa pegue uma maça corte em 4 faça uma infusão por 20 min. e tome um banho.
25-) Vc que esta triste faça uma água com casca de laranja e mexerica e passe no chão da sua cozinha.
26-) Para o amor - faça um chá com flor de liz e tome um banho.
27-) Para ambiente pesado - faça um chá de hortelã
28-) Papoula (atrai saúde e sucesso).
29-) Plante um pé de coqueiro bem no meio da entrada da sua casa.
30-) Tenha uma violeta na sala e ore para santa Ana
31-) Pé de avenca na sala para conservar o casamento, para não ser traída e do lado dele na cama colocar galhos de alecrim.
32-) chá de alecrim com 9 gotas de óleo de jojoba, energiza sua áurea tome esse banho
33-) Coloque chá de hortelã quente para abrir suas vias respiratórias.
34-) Para amansar marido: jogar na porta de casa manjericão para ele passar
35-) Como um alerta das plantas de que está havendo traição do par compre a planta Hera e coloca em casa na sala, se murchar pode ir atrás dele ou dela que tem coisa.
36-) Um vaso com 5 girassois na sala para trazer dinheiro.
37-) Dentro da casa no alto e a direita um pézinho de comigo ninguém pode.
38-) Chá de canela: para atrair dinheiro.
39-) Se tem pessoas bravas na casa plantar um pé de jasmim.
40-) Figueira clareia os caminhos.
41-) Pinheiro defende contra mal olhado.
42-) Laranjinha Karkan tras saúde.
43-) A lavanda acalma, para dormir 10 gotas de essencia no tecido ou no travesseiro.
44-) Cheiro de tangerina traz conforto.
45-) Jasmim + rosa atrai o amor.
46-) Casa triste colocar rosa branca,para a casa ficar alegre coloque rosas amarelas e para atrair o amor use rosas vermelhas,mais desde que você também melhore a sua mente para que não seja invadido por pensamentos negativos.
47-) Chá de manjericão (macerar e passar no chão de dentro para fora, fora para dentro 4x)
48-) Banho para casa triste (Para iluminar a casa, quando todo mundo está para baixo) Faça um chá com eucalipto e 1 casa de mixirica, fazer 6ªfeira.
49-) Para fraqueza sexual fazer suco de cenoura e espinafre.
50-) Tonico espiritual - agrião + mel.
51-) Para atrair o amado 9 flor de Maria sem vergonha misturar bem em um perfume doce e usar.
52-) Para a memória chuchu com hortelã
53-) Quem tem pressão alta:chapéu de couro tenha na sua casa e tome o banho
54-)Sal grosso preto para limpar os espíritos mal feitores. Descarrega energia do mal olhado. 3x/semana = uma caneca com água e um punhado de sal preto, jogar 
do pescoço para baixo.


23 de dez de 2011

A verdadeira história do natal

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Origens Pagãs
Quando buscamos a verdadeira história do Natal, acabamos diante de rituais e deuses pagãos. Sabemos que Jesus Cristo foi colocado numa festa que nada tinha haver com Ele. O verdadeiro simbolismo de Natal oculta transcendentes mistérios. Esta festividade tem sua origem fixada no paganismo. Era um dia consagrado à celebração do “Sol Invicto”. O Sol tem sua representação no deus greco-romano Apolo e, seus equivalentes entre outros povos pagãos são diversos: Ra, o deus egípcio, Utudos na Babilônia, Surya da Índia e também Baal e Mitra.
Mitra era muito apreciado pelos romanos, seus rituais eram apenas homens que participavam. Era uma religião de iniciação secreta, semelhante aos existes na Maçonaria. Aureliano (227-275 d.C), Imperador da Roma, estabeleceu no ano de 273 d.C., o dia do nascimento do Sol em 25 de dezembro “Natalis Solis Invcti”, que significava o nascimento do Sol invencível. Todo O Império passou a comemorar neste dia o nascimento de Mitra-Menino, Deus Indo-Persa da Luz, que também foi visitado por magos que lhe ofertaram mirra, incenso e ouro. Era também nesta noite o início do Solstício de Inverno, segundo o Calendário Juliano, que seguia a “Saturnalia” (17 a 24 de dezembro), festa em homenagem à Saturno. Era portanto, solenizado o dia mais curto do ano no Hemisfério Norte e o nascimento de um Novo Sol. Este fenômeno astronômico é exatamente o oposto em nosso Hemisfério Sul.
Estas festividades pagãs estavam muito arraigadas nos costumes populares desde os tempos imemoráveis para serem suprimidas com a advento do Cristianismo, incluso como  religião oficial por Decreto por Constantino (317-337 d.C), então Imperador de Roma. Como antigo adorador do Sol, sua influência foi configurada quando ele fez do dia 25 de dezembro uma Festa Cristã. Ele transformou as celebrações de homenagens à Mitra, Baal, Apolo e outros deuses, na festa de nascimento de Jesus Cristo. Uma forma de sincretismo religioso. Assim, rituais, crenças, costumes e mitos pagãos passam a ser patrimônio da “Nova Fé”, convertendo-se deuses locais em santos, virgens em anjos e transformando ancestrais santuários em Igrejas de culto cristão. Deve-se levar em consideração que o universo romano foi educado com os costumes pagãos, portanto não poderia ocorrer nada diferente.
Todavia, o povo cristão do Oriente, adaptou esta celebração para 6 de janeiro, possivelmente por uma reminiscência pagã também, pois esta é a data da aparição de Osíris entre os egípcios e de Dionísio entre os gregos.

Jesus, o “Filho do Sol”
No quociente Mitraísmo/Cristianismo se observa surpreendentes analogias. Mitra era o mediador entre Deus e os homens. Assegurava salvação mediante sacrifício. Seu culto compreendia batismo, comunhão e sacerdotes. A Igreja Católica Romana, simplesmente “paganizou” Jesus. Modificou-se somente o significado, mantendo-se idêntico o culto. Cristo, substituiu Mitra, o “Filho do Sol”, constituindo assim um “Mito” solar equivalente, circundado por 12 Apóstolos. Aliás, curiosa e sugestivamente, 12 (n. de apóstolos), coincide com o número de constelações. Complementando as analogias astronômicas: a estrela de Belém seria a conjunção de Júpiter com Saturno na constelação do ano 7 a.C, com aparência de uma grande estrela.

Nova Ordem
Uma nova ordem foi estabelecida quando o decreto de Constantino oficializa o Cristianismo. Logo, livres de toda opressão, os que então eram perseguidos se convertem em perseguidores. Todos os pagãos que se atrevessem a se opor as doutrinas da Igreja Oficial eram tidos como hereges e dignos de severo castigo.

Culto às “Mães Virgens”
No Antigo Egito, sempre existiu a crença de que o filho de Ísis (Rainha dos Céus), nasceu precisamente em 25 de dezembro. Ísis algumas vezes é “Mãe”, outras vezes é “Virgem” que é fecundada de maneira sobrenatural e engravida do “Deus Filho”.
Tal culto à “Virgem” é encontrado entre os Celtas, cujo a civilização, os druídas (sacerdotes), praticam o culto baseado em um “Deus Único”, “Una Trindade”, a ressurreição, a imortalidade da alma e uma divindade feminina: uma “Deusa-Mãe”, uma “Terra-Mãe” e uma “Deusa Terra” também virgem, que se destinava a dar à luz a um “Filho de Deus”.
Este culto as “Deusas Virgens-Mães” está reiterado em muitas religiões e mitologias, inclusive civilizações pré-colombianas, como em numerosas mitologias africanas e em todas as seitas iniciáticas orientais.
A reconfortante imagem do arquétipo “MÃE” é primordial para existência humana. Este arquétipo pode assumir diversas formas: deusas, uma mãe gentil, uma avó ou uma igreja. Associadas a essas imagens surgem a solicitude e simpatia maternas, o crescimento, a nutrição e a fertilidade.

Culto ao “Deus-Herói”
Como afirmei, a concepção de uma “Rainha dos Céus” que dá à luz a um “Menino-Deus” e “Salvador” corresponde a um arquétipo básico do psiquismo humano e tem sua origem nos fenômenos astronômicos. Enviado por um “Ser Supremo”, que é o PAI, o FILHO assume suprimindo o PAI, como acontece em todas as sagas gregas, indo-européias e diversas culturas. Coincidentemente, existe um padrão constante que quase sempre expressa o mesmo propósito: fazer do FILHO um HERÓI, que cumpre o mandato do PAI, sucedendo-o. Este HERÓI se faz causa de um ideal primeiro que se move ao longo da História como MODELADOR de uma cultura.
A versão do nascimento e infância de Jesus é uma repetição da história de muitos outros Salvadores e Deuses da humanidade. Ilustra bem a figura do “Arquétipo Herói”, comuns em qualquer cultura e que seguem sempre a mesma fórmula. Nascidos em circunstâncias misteriosas, logo exibe força ou capacidade de super-homem, triunfa na luta contra o mal e, quase sempre, morre algum tempo depois.
Este arquétipo reflete o tipo de amadurecimento sugerido pelos mitos: nos alerta para ficarmos atentos as nossas forças e fraquezas internas e nos aponta o conhecimento como caminho para se desenvolver uma personalidade saudável.
“Anexo a nossa consciência imediata”, escreveu Carl Jung, “existe um segundo sistema psíquico de natureza coletiva, universal e impessoal, que se revela idêntico em todos os indivíduos”. Povoando este inconsciente coletivo, afirmava, havia o que chamava de “arquétipos”, imagens primordiais ou símbolos, impressos na psique desde o começo dos tempos e, a partir de então, transmitidos à humanidade inteira. A MÃE, o PAI e o HERÓI com seus temas associados, são exemplos de tais arquétipos, representados em mitos, histórias e sonhos.

Eis que nasce Papai Noel
Com o passar do tempo, de gerações que foram sucedendo-se, veio o esquecimento e nem Mitra, nem Apolo ou Baal faziam mais parte do panteão de algum povo. Acabou restando somente símbolos: a árvore, a guirlanda, as velas, os sinos e os enfeites. Até que no séc. IV, mais exatamente no ano de 371, uma nova estrela brilha em nosso céu e na Terra nasce Nicolau de Bari ou Nicolau de Mira. A generosidade a ele atribuída granjeou-lhe s reputação de mágico milagreiro e distribuidor de presentes. Filho de família abastada, doou seus bens para os pobres e desamparados. Entretanto, tecia um grande amor pelas crianças e foi através delas que sua lenda se popularizou e que Nicolau acabou canonizado no coração de todas as pessoas.
No fim da Idade Média, ainda “espiritualmente vivo”, sua história alcançou os colonos holandeses da América do Norte onde o “bom velhinho” toma o nome de “Santa Claus”. Ao atravessar os Portais do Admirável Mundo, muito sobre o que ele foi escrito lhe rendeu vários apelidos, como: “Sanct Merr Cholas”, “Sinter Claes” ou “Sint Nocoloses”, e é considerado sempre como padroeiro das crianças.

O Papai Noel Ocidental
Até aproximadamente 65 anos atrás o Papai Noel era, literalmente, uma figura de muitas dimensões. Na pintura de vários artistas ele era caracterizado ora como um “elfo”, ora como um “duende”. O Noel-gnomo era gorducho e alegre, além de ter cabelos e barbas brancas.
No final do século XIX, Papai Noel já era capa de revistas, livros e jornais, aparecendo em propagandas do mundo todo. Cartões de Natal o retrataram vestido de vermelho, talvez para acentuar o “espírito de natal”. A partir daí o personagem Papai Noel foi adquirindo várias nuances até que em 1931 a The Coca-Cola Company, contrata um artista e transforma Papai Noel numa figura totalmente humana e universalizada. Sua imagem foi definitivamente adotada como o principal símbolo do Natal.
A imagem do Noel continuou evoluindo com o passar dos anos e muitos países contribuíram para sua aparência atual. O trenó e as renas acredita-se que sejam originárias da Escandinávia. Outros países de clima frio adicionaram as peles e modificaram sua vestimenta e atribuíram seu endereço como sendo o Pólo Norte. A imagem da chaminé por onde o Papai Noel escorrega para deixar os presentes vieram da Holanda.
Hoje, com bem mais de 1700 anos de idade, continua mais vivo e presente do que nunca. Alcançou a passarela da fama e as telas da tecnologia. Hoje o vemos em filmes, shoppings, cinemas, no estacionamento e na rua. Ao longo desses dezessete séculos de existência, mudou várias vezes de nome, trocou inúmeras de roupa, de idioma e hábitos, mas permaneceu sempre a mesma pessoa caridosa e devotada às suas crianças. E, embora diversas vezes acusado de representar um veículo que deu origem ao crescente consumismo das Festas Natalinas, é preciso reconhecer que ele encerra valores que despertam, revivem e fortalecem os nossos sentimentos mais profundos. Sua bondade é tão contagiante que atinge tipo “flecha de cupido”, qualquer pessoa, independente de crença ou raça, o que evidencia a sua magia e seu grande poder de penetração no mundo.

Espero que todos tenham um feliz dia de Mitra!

21 de dez de 2011

Sou 2



Nada como ser quem eu sou.

Se concentrar, visualizar, intencionar, pedir, mandar e magicar para o problema ter logo solução.

A maré bravia, agora está calma e tranquila; mas não é pq o barco parou de chacoalhar que eu vou me esquecer de como ele me fazia enjoar.

Eu tenho a mania de lembrar mágoas, sei que isso faz mal, mas sei tb que isso ajuda a lembrar coisas importantes para o resto da vida.

Detesto gente má agradecida, não me interessa se estava nervosa, triste ou confusa, no momento da raiva colocamos para fora aquilo que está realmente na mente e no coração.

Perdi a confiança, isso não tem mais jeito.

Mas vambora com o barco, pq a vida não pára e como estou de férias, quero agora navegar por mares tranquilos e caribenhos...






19 de dez de 2011

Sou



A maternidade me fez uma pessoa melhor...

Sou mais:
compreensiva,
ideológica,
colaborativa,
companheira,
simples,
emocional,
chorona,
humana,
esperta.

E continuo com as mesmas qualidades de antes, meu lado racional e mágico é forte, somado a necessidade visceral de cuidar bem da minha família, da minha casa e dos meus negócios.

Se quer guerrear comigo, que suas armas sejam boas, pq as minhas são poderosas!

Por isso, tome cuidado comigo, pq trouxa eu não sou!




8 de dez de 2011

Das coisas velhas



Li uma reportagem onde se dizia que a moda agora é reaproveitar coisas antigas da família por conta da recessão, tipo um tecido guardado que virou um vestido, uma bebida preciosa que estava como decoração ser degustada com louvor, jóias, objetos, etc e tal.

O nome moderno para usar coisas velhas é Retrô ou Vintage, mas eu mesma uso coisas velhas dos outros e nem por isso falo que é moda, rs.

Faz tempo isso, na verdade uso coisas velhas que para os outros não tem valor comercial, mas para mim o valor é o maior de todos, pois é valor sentimental, já que eram dos meus avós, dos meus pais, dos meus tios e até dos meus amigos .

Tenho móveis da década de 60 na minha sala que eram dos meus pais, livros antigos cheios de anotações, máquina de escrever do meu avô, brincos e colares que eram de minhas avós, plantas caseiras que minha vó Jardelina cultivava e chegaram a vir com ela do RJ, conjunto de quarto em madeira maciça que enfeitava a casa de uma amiga, copos, cristais, objetos decorativos que vieram de outros tempos, todos possuem outras histórias.

Velharia, cacareco? Muitos devem achar que sim, mas eles para mim são preciosos, possuem história e estão agora comigo, escrevendo e aumentando sua história com a minha família.

Acho tão triste ver famílias jogando fora móveis bonitos, objetos mil, só pq acham que não combinam com os novos móveis modulados, pq não tem nada a ver com a nova decoração ou mesmo pq são velhos. Mas a pior constatação é saber que esses lindos móveis antigos não cabem nos apartamentos minúsculos dos tempos modernos, fato!

Eu mesma sofri com isso, a minha grande vontade com o falecimento de minha tia, era carregar todos os móveis dela para a minha casa, como desejei que ela fosse bem maior só para comportar aquela história toda, infelizmente, isso não foi possível, mas algumas coisas da minha tia estão aqui em casa, quadros e toalhas de mesa, objetos esses que aposto que ela adora saber que estão comigo, pq dou valor a eles.

E por vezes me pego olhando esses objetos, tentando captar suas memórias, lembrando das minhas e sorrio, pois sei que de alguma maneira, a história dos meus ancestrais está viva no meu dia-a-dia.

5 de dez de 2011

Conexão Divinal


Adoro minha conexão com as coisas na qual acredito, adoro ainda mais as coisas que acontecem "sem querer" ou "sem explicação", eis alguns exemplos recentes:

Sentimentos que simplesmente apitam dentro de mim quando existem datas especiais, mesmo que eu esqueça delas, elas não esquecem de mim, ainda bem.

Quando aparece uma vontade louca e sem sentido, a dita toma conta da minha mente, sem motivo aparente e depois descubro que era um aviso!

Meu tarot resolve aparecer, brilhar ou mexer para algo me contar.

Do nada algo, inseto, planta ou ser aparece em casa e me lembra de outra coisa, pessoa ou situação, portanto, tomo logo alguma importante decisão, defesa ou proteção.

Essas "coisas" acontecem comigo, em alguns meses mais e noutros menos; 
por isso limpo as coisas/pessoas/ambientes quando preciso, 
tomo cerveja e vinho para comemorar e louvar, 
vejo através das brumas do tempo, 
enfeito a casa e meu altar, 
acendo meus incensos, velas e cheiros pela casa, 
danço sem motivo, 
converso com o vento, 
sinto feliz a tempestade. 

Tenho uma vida normal, pagã e feliz!!!

E vcs? ;)

Padaria Di Kasa


Padaria Di Kasa

Nova postagem no Eu Avalio!

27 de nov de 2011

Cansada e Feliz




Genteee, a festa do Tutu foi ótima, o povo comeu e bebeu bem, todos adoraram a decoração, as crianças se acabaram nos brinquedos e o melhor, não choveu. 

Estou esgotada, acabada, cansada, mas extremamente feliz! 

Vale a pena!!! 


20 de nov de 2011

Fernandinho, meu amor.


Tem coisas que vêem aos meus olhos, certamente enviados pelas magníficas e divinas energias Universais, que nos levam a refletir e claro, para os que tentam, mudar a visão e melhorar a mente, o corpo e o espírito.

Vendo descompromissadamente o Facebook, não é que me deparo com esse precioso texto do Fernandinho, o mesmo que por vezes me diz aquilo que eu não queria ler e me faz refletir sobre aquilo que eu quero esconder.

Fechar ciclos, mudar, adaptar e amadurecer, isso faz parte da vida, da minha vida!




‎"Enquanto não encerramos um capítulo, não podemos partir para o próximo. 
Por isso é tão importante deixar certas coisas irem embora, soltar, desprender-se. As pessoas precisam entender que ninguém está jogando com cartas marcadas, às vezes ganhamos e às vezes perdemos. Não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. 
Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. 
Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é."


Fernando Pessoa

15 de nov de 2011

Preconceito de Bruxa

Após um longo período de espera, mais de um ano para ser mais exata, terminei o livro A Casa da Bruxa.

Comprei o livro antes de ficar grávida, iniciei a leitura com o meu filho na barriga, mas nunca conseguia terminar o livro e aprendi nesses anos, que os livros nos dizem quando é o momento de lê-los, e ainda não o era.

Eu já tive muito preconceito com os escritos da Márcia Frazão, tudo bem que era um preconceito mais influenciado pelos outros, do que por mim mesma;  era um tal de dizer que não era leitura pra mim, que não era minha cara, que era coisa até de bruxa do tipo "mulherzinha e suas panelas", logo eu que fujo da cozinha chata do dia-a-dia. Aí no dia que a vi na Ana Maria falando de santas católicas, pronto, acreditei na influência que dizia ser ela o liquidificador mágico da nova onda mística.

Pois é, fui erroneamente influenciada, na verdade, fui burra de me deixar cair nessas palavras.

Me toquei que tinha algo errado, quando outras pessoas falavam maravilhas de certos livros dela, comecei a perguntar o que as cativavam e percebi muita coisa interessante. Resolvi tomar coragem e comprei alguns livros.

Como terminei este, posso falar, que leitura mais gostosa; o modo direto, mas nada simplório, me abriu uma visão nova sobre um assunto que já martelava em minha mente. Descobri que algumas coisas que já faço, ensinadas por aqueles que vieram antes de mim, não eram crendices familiares, são aprendizados eternos de magia natural.

E coloquei mais lenha na fornalha da alma e da mente, o que antes era só uma pequena vontade, se tornou necessidade básica para uma realização imediata.

Eu que pensava em mudanças só no ano que vem, me vi mentalizando coisas ainda para o final desse ano e tendo a certeza que até a virada, certas informações serão colocadas em prática.

No fim, reaprendi, que escutar os outros é bom e ruim, bom quando nos ensina, ruim quando nos tolhe.

E hoje me chamo de burra por ter perdido tanto tempo tendo preconceito com os escritos da Márcia Frazão.

Mas garanto que eu e minha casa estaremos muito mais felizes com as coisas que aprendi com ela.

Obrigada Márcia Frazão.

2 de nov de 2011

Dia de Finados



Na minha casa não é tradição visitar cemitérios, não é tradição lembrar dos mortos e chorar por eles em suas covas; a tradição é lembrar dos mortos como em vida, de suas alegrias, de suas risadas, de sua companhia.

Sempre acendo a vela e o incenso para os que já se foram nessa data e digo:

"Aos que vieram antes de mim, 
aos meus antepassados,
acendo minha vela e meu incenso no dia de hoje.


Aqueles que por terem vivido me fizeram nascer aqui,
aqueles que aprenderam, evoluíram e já se foram,
aqueles que trilharam seu caminho comigo,
aqueles que só pude ouvir falar,
a todos vocês que fazem parte do meu ser,
acendo minha vela e meu incenso no dia de hoje.


Ao meu pai Emmanuel, minha tia Carmela, meu tio Almério, 
a minha vó Jardelina, minha vó Judith,
ao meu avô Morena, meu avô Mendonça,
a minha amiga Taís,
ao Tio Cézar, madrinha Nair e Padrinho Laurêncius,
a minha sogra Maria Luíza e meu sogro José Cláudio,
a todos que fizeram parte de minha vida,
acendo minha vela e meu incenso no dia de hoje.


Que vocês sejam sempre lembrados,
sempre saudados,
no dia de Finados.


A saudade existe, 
o amor perdura,
o aprendizado fica,
a evolução sempre acontecerá.


Que vocês continuem unindo minha família,
protegendo meu lar,
a minha vida, 
do meu marido,
do meu filho,
de minha mãe,
dos meus primos.


Nesse Dia de Finados
acendo minha vela e meu incenso,
a todos que vieram antes de mim,
a todos que partilharam sua vida comigo,
a todos que um dia encontrarei novamente,
a todos que me deram a oportunidade de evoluir.


Que minhas palavras cheguem aos seus ouvidos, 
acalentem seus corações,
renovem suas esperanças e
iluminem suas almas,
porque num dia todos estaremos juntos novamente.


Que assim seja, 
porque assim o é,
essa é a minha vontade e
todo o Universo conspira ao meu favor."

27 de out de 2011

1º Halloween






Esse será o primeiro Halloween de meu filho, estou super feliz com isso; na verdade sempre 
quis fazer Festa de Halloween, agora com filho tenho a desculpa perfeita, rs.

Mas agora minha dúvida é: o que fazer para um bebê com menos de 1 ano???

Porque eu sempre vi festa para crianças maiores....

Pensei em caracterizar meu filho e tirar fotos para a posteridade, mas caracterizar como? 
Porque tem que ser algo que ele não coma, não se machuque ou mesmo não lhe dê alergias, 
ainda mais porque está com catapora. =/

Vi muitas fotos interessantes na net, mas são fantasias e coisas lindas do estrangeiro e 
no meu caso tem que ser algo produzido em casa.

Alguém tem dicas sobre isso? Estou aqui sem idéias e esperando as mamães mais experientes
me darem o pulo do gato, rs.

Vambora trocar figurinhas meu povo????

25 de out de 2011

Fé e Religião



Quem me lê sabe que sou pagã, não sou cristã, macumbeira, judia, nem evangélica; sou maga, bruxa, esotérica, acredito no Uno, em vários deuses, em culturas antigas variadas. Tenho minha mistura pessoal e familiar, união de Brasil, de Egito, da Itália, do Espiritismo, do Kardecismo, do Oriente, crenças das mais variadas, não é nada fechado, mas também não é um samba do crioulo doido.

Mas tenho pensado sobre isso, porque sempre me perguntam no que eu acredito, e acredito em tanta coisa que fica complicado nomear, muito menos explicar, lembro que há muitos anos eu li algo na Wicca que era mais ou menos assim: "não importa o nome da sua crença, importa a fé e a força que tens nela."

E tantos falam mal da Wicca, inclusive eu, pois sou contra sua banalização; mas dela tirei várias coisas importantes e as levo na minha vida até hoje, admito e sinto orgulho disso.

Mas não sou mais Wicca, não sigo a roda do ano deles, mas as estações continuam no meu calendário particular, a universalização da energia da Deusa nos meus pensamentos, a força feminina em tudo ao meu redor, a alegria de celebrar em coletivo, mesmo que eu não consiga fazer mais isso.

Fiquei pensando no que eu creio, de como vou passar isso para o meu filho e me toquei que estou séria demais em minhas práticas, perdi uma certa alegria do passado, alegria essa que encontrei na Wicca.

Aí resolvi mudar novamente os planos, pelo que entendi um certo ciclo meu chegou ao fim e não sei porque ainda estou ligada à ele, preguiça talvez. Sou da teoria que as divindades gostam de seus ritos com todas as pompas que eles nos impõe, mas admiram o improviso e adoram a alegria de estar conosco, portanto, temos que devolver e manifestar essa alegria.

Não sei como as coisas vão ficar, mas me dei uma data para iniciar essas mudanças, lutarei contra minha atual estagnação e vou ver na prática como elas vão acontecer, se darão certo e anotarei as vídeos-cassetadas astrais, rs.

Tomara que tudo dê certo no final... pq toda mudança mexe com a gente.


24 de out de 2011

Catapora



Eu tive, meu marido teve e o Tutu tem!

Pois é, ele pegou catapora, doença essa que está assolando o ES.

Várias crianças do meu CMEI estão sem poder ir nas aulas, filhos de funcionários pegando a doença; na escolinha do Tutu a mesma coisa, e claro, meu filho não poderia ficar de fora, para o meu desespero!

Ainda bem que sou observadora, vi umas pintinhas numa noite, algumas outras pela manhã e nem pensei duas vezes, o levei no hospital, até porque a febre nem apareceu, vai que era alergia?

Mas foi confirmada a catapora;  o médico passou uns remédios para a pele, para a coceira e o famoso permanganato para o banho.

No dia seguinte ao hospital Tutu já estava cheio de pintinhas, está parecendo uma jaguatirica, rs.

E como aconteceu comigo, porque me lembro bem, Tutu está super irritado e com dificuldades para dormir, já que ao deitar ele roça as costas e coça mais; ele passou a noite rolando e revirando, consequentemente, reclamando, chorando e querendo colo.

Colo é bom, ele sabe disso, pq ele fica só numa posição e não coça. Só que ele gosta, eu não; passei a madrugada em claro.

Ser mãe é isso, ver o filho sofrer, sofrer com ele; perder noites de sono para que ele possa dormir tranquilamente.

Nisso estou com cinco dias de atestado, pouco tempo, sei disso, mas o médico não deu mais, portanto, terei que levá-lo ao pediatra dele para uma nova avaliação e mais dias de atestado, porque catapora só sara e libera o aluno para voltar ao convívio social, após 10 dias, no mínimo.

Se alguém tiver dicas e cuidados bons para a catapora, pode me passar!!!

22 de out de 2011

Eu Avalio



Acabei de criar um novo blog, esse de caráter coletivo, de ajuda social, é o Eu Avalio.


O Eu Avalio é um blog avaliador dos mais diversos prestadores de serviços que utilizo ou já utilizei na Grande Vitória, por isso é específico para os moradores e visitantes do Espírito Santo.


Que tal dar uma passadinha por lá e me ajudar a avaliar meu olhar crítico? 


Não se esqueçam de ler a missão do blog!


Venham! Sigam o Eu Avalio e fiquem a par dos melhores prestadores de serviços da Grande Vitória.

19 de out de 2011

Crise Existencial



Pois é, estou passando por uma... Só pode ser esta a explicação!

Minha vida é recheada de mudanças e sempre me orgulhei disso. Elas me moldaram e continuam moldando meu ser; tais mudanças amadurecem, magoam, me tornam mais esperta, sagaz, feliz, amorosa e tantas outras coisas mais. E tudo que me molda me faz refletir, talvez venha daí a crise.

Na verdade a crise está situada não no que eu sou e qual é o meu papel no mundo, assunto tão clichê de consultórios mil e que me pouco me importa (sou individualista, né?); a coisa toda se resume na frase: "O que eu vou fazer agora?"

Explico: eu estou sem ter o que fazer. Mas como assim? Eu estou fazendo mil coisas... mas pelos outros; tipo: cuido da casa, do Arthur, do maridão, da mamãe, dos amigos, das cadelas, do CMEI, ufa! E o que eu estou fazendo por mim?

Percebi nesses dias que estou vivendo no piloto automático; acordo, trabalho, como, durmo. Tem dias que nem percebo o trajeto que faço com o carro de casa para o CMEI e do CMEI para casa. As horas passam de tal modo que eu não me toco que o dia já acabou e fico com a sensação que o mundo está mais rápido do que eu esperava.

Sabe o que eu fiz? Radicalizei! Afinal preciso de um tempo (isso está em outro post) para mim. Arthur voltou para o integral e a casa para a diarista, o que eu ganhei com isso? Cinco horas na parte da tarde só para mim, isto é, quando não rola médico e caronas para dar conta.

Ok, tempo só para mim, sem pensar em casa, comida ou filho. Tudo lindo, mas gastar a tarde na internet e na televisão também não dá, ainda mais com a impressão do "emburrecendo" que está me assolando, mas isso é tema para outro post.

Descobri que além do "emburrecendo" outro mal está do meu lado, a terrível preguiça, essa amiga quase irmã que cisma em grudar em mim por 34 anos.

Povo meu, repararam a mesma coisa que eu? Perceberam a quantidade de desculpas que arrumo para mim? É a casa, a família, o emprego, a falta de dinheiro, de tempo, de raciocínio, de vontade, de fazer... mas pera lá, fazer o quê?

Ahá! Cheguei no ponto... Descobri eu não sei o que eu quero realmente fazer!

Agora que arrumei o tempo que tanto desejei e reclamei no outro post, de arrumar meios para acabar com o "emburrecimento" e mesmo afastar a terrível preguiça, não sei o que fazer nessas preciosas horas, não sei no que devo me aplicar ou realizar e a crise de questionar "no que sou realmente boa?" chegou.

Que situação... Pois sou uma pessoa do tipo topa tudo, coloco a mão na massa, nas artes, nos bichos, ajudo as amigas nos seus projetos, pinto, recorto, colo, lavo, mas... caiu a ficha que me motivo com a motivação alheia, compreendem?

Quando só, a terrível preguiça chega e a vontade se esvai. Sei disso porque sou uma pessoa que adora trabalho coletivo e em equipe, mas a vida não é só isso.

Resolvi que preciso encontrar algo que eu goste de fazer, para colocar em prática nessas preciosas cinco horas, algo produtivo, que não seja só dormir, rs.

Aí a crise continua, o que eu sei fazer? O que eu posso fazer que seja útil?

Ah! Eu sei fazer velas e sabonetes, ambos úteis, para decorar, para o altar, para usar!

Aí passo cinco horas por dia fazendo velas e sabonetes, encho a casa com eles, presenteio os amigos, e???? Me canso! 

Eu me conheço, não posso só gastar o meu tempo fazendo algo que já sei fazer, preciso aprender algo novo. Tá bom, já descobri que esse novo tem que ser do meio de assuntos que curto e posso chamar de hobby: decoração, design e handmade (nome chic do velho artesanato, rs)

Decoração e design só rola com um curso na área, porque ler revistas e blogs especializados eu já leio e uso. Essa é uma meta a ser realizada, mas para daqui há dois anos, quando o filho estiver maior, para eu me dedicar muito bem aos estudos. Ok, ess assunto está bem resolvido an minha cabeça.

Sobrou a handmade, mas colocar a mão para fazer o quê? Caixinhas? Tô fora e já é muito batido. Biscuit? Só serve para coisas de crianças, geladeira e junta um pó danado, nem pensar. Costura? Tem até a máquina de mamãe, mas não rola comigo. Itens de papelaria? Super curto e gosto, mas tenho amigas que produzem e prefiro comprar delas para ajudar.

Caraca, mas eu faço o quê?!

NÃO SEI!!!!

Realmente não sei... estou sem idéias.

Nisso, decidi fazer esse post, para desabafar, para me ler depois e principalmente para pedir ajuda; ajuda de quem me lê e que pode me dar alguma luz.

Que tipo de trabalhos manuais vocês conhecem e que podem ser feitos em casa???

Serve qualquer dica, pois aposto que existem muitas opções, eu é que as desconheço.

Galera me ajudem!!!

Rápido, please!!!

17 de out de 2011

ORDEM DE NASCIMENTO DOS FILHOS

O 1º filho é de vidro...
O 2º é de borracha...
O 3º é de ferro...

Planejamento

O 1º filho é (em geral) desejado
O 2º é planejado
O 3º é escorregado...

O TRATAMENTO (PELA ORDEM DE NASCIMENTO DAS CRIANÇAS)

1º- Irmão mais velho têm um álbum de fotografia completo, um relato
minucioso do dia que vieram ao mundo, fios de cabelo e dentes de leite
guardados.
2º - O segundo mal consegue achar fotos do primeiro aniversário.
3º- Os terceiros, não fazem idéia das circunstâncias em que chegaram à
família

O que vestir

1º bebê - Você começa a usar roupas de grávidas assim que o exame dá
positivo.
2º bebê - Você usa as roupas normais o máximo que puder.
3º bebê - As roupas para grávidas são suas roupas normais, pq vc já deixou
de ter um corpinho de sereia e passou a ter um de baleia.

Preparação para o nascimento
1º bebê - Você faz exercícios de respiração religiosamente.
2º bebê - Você não se preocupa com os exercícios de respiração, afinal
lembra que, na última vez, eles não funcionaram.
3º bebê - Você pede para tomar a peridural no 8º mês pq se lembra que dói
demais.

O guarda-roupas
1º bebê - Você lava as roupas que ganha para o bebê, arruma de acordo com as
cores e dobra delicadamente dentro da gaveta.
2º bebê - Você vê se as roupas estão limpas e só descarta aquelas com
manchas escuras.
3º bebê - Meninos podem usar rosa, né? Afinal o seu marido é liberal e tem
certeza que o filho vai ser macho igual ao pai! (será que vai mesmo?)

Preocupações
1º bebê - Ao menor resmungo do bebê, você corre para pegá-lo no colo.
2º bebê - Você pega o bebê no colo quando seus gritos ameaçam acordar o
irmão mais velho..
3º bebê - Você ensina o mais velho a dar corda no móbile do berço ou manda o
marido ir até o quarto das crianças.

A chupeta

1º bebê - Se a chupeta cair no chão, você guarda até que possa chegar em
casa e fervê-la..
2º bebê - Se a chupeta cair no chão, você a lava com o suco do bebê.
3º bebê - Se a chupeta cair no chão, você passa na sua camiseta, dá uma
lambida, passa na sua camisa desta vez para dar uma secadinha pra não pegar
sapinho no nenê, e dá novamente ao bebê, pq o que não mata, fortalece
(vitamina B, de Bicho, off course!)

Troca de fraldas
1º bebê - Você troca as fraldas a cada hora, mesmo se elas estiverem limpas.
2º bebê - Você troca as fraldas a cada duas ou três horas, se necessário.
3º bebê - Você tenta trocar a fralda somente quando as outras crianças
começam a reclamar do mau cheiro.

Banho
1º bebê - A água é filtrada e fervida e sua temperatura medida por
termômetro.
2º bebê - A água é da torneira e a temperatura é fresquinha.
3º bebê - É enfiado diretamente embaixo do chuveiro na temperatura que vier,
pq vc, seu marido e seus pais foram criados assim, e ninguém morreu de
frio.

Atividades
1º bebê - Você leva seu filho para as aulas de música para bebês, teatro,
contação de história, natação, judô, etc...
2º bebê - Você leva seu filho para a escola e olhe lá...
3º bebê - Você leva seu filho para o supermercado, padaria, manicure,e o seu
marido que se vire para levá-lo à escola e ao campo de futebol...

Saídas

1º bebê - A primeira vez que sai sem o seu filho, liga cinco vezes para a casa
da sua mãe (sua sogra não pode ficar com a criança pq, na sua cabeça, ela
nunca foi mãe), para saber se ele está bem.
2º bebê - Quando você está abrindo a porta para sair, lembra de deixar o
número de telefone pra empregada.
3º bebê - Você manda a empregada ligar só se ver sangue.

Em casa
1º bebê - Você passa boa parte do dia só olhando para o bebê.
2º bebê - Você passa um tempo olhando as crianças só para ter certeza que o
mais velho não está apertando, mordendo, beliscando, batendo ou brincando de
superman com o bebê, amarrando uma sacola do Carrefour no pescoço dele e
jogando ele de cima do beliche.
3º bebê - Você passa todo o tempo se escondendo das crianças.

Engolindo moedas

1º bebê - Quando o primeiro filho engole uma moeda, você corre para o
hospital e pede um raio-x.
2º bebê - Quando o segundo filho engole uma moeda, você fica de olho até ela
sair.
3º bebê - Quando o terceiro filho engole uma moeda, você desconta da mesada
dele.

13 de out de 2011

Da quase morte



Viver e morrer, isso faz parte da existência; ver a morte fazer o seu trabalho e lutar contra isso, faz parte da minha.

O dia estava tranquilo, feriado em casa, relaxando, tudo na santa paz. Eu, maridão e Tutu no quarto dele, vendo TV, ele comendo biscoito e mamando, quando tudo aconteceu.

Só vi a mamadeira cair no chão e o braço do meu filho pender do bebê conforto; o chamei, ele não respondeu, meu sexto sentido apitou, ao pular na frente do meu filho, o vejo engasgado, vermelho, perdendo o ar. Gritei pelo socorro do marido enquanto tirava o menino e começava a manobra de Heimlich.

Nada surtia efeito, o menino foi perdendo a consciência, de vermelho ficou pálido, os olhos reviraram, a língua enrolou, a boca cerrou; o virei, deixando quase de cabeça para baixo e comecei a bater novamente na altura de seus pulmões com a parte de baixo da mão para que a pressão jogasse o ar para fora e o biscoito desengasgasse de sua garganta, em vão.

Tutu já estava desfalecido, com as extremidades e lábios roxos, batimentos cardíacos lentos, sabia que estava perdendo meu filho.

Tentava em vão alcançar o maldito biscoito colado em sua garganta, o pai o pegou e tentou fazer o mesmo, mas não conseguia, ele sentia as amídalas em seus dedos com o menino de cabeça pra baixo nos braços, foi quando percebeu que o estava machucando pois desceu um pouco de sangue pelos dedos.

Nesse momento, gritei para que machucasse mais a garganta do menino, afinal de contas, num corpo desfalecido, uma dor aguda, mesmo com a pessoa inconsciente, o corpo responde ao estímulo da dor através de espasmos; dito e feito, o corpo de Arthur reagiu à dor e numa última tentativa de sobrevivência o fez puxar o ar.

O biscoito colado na garganta desceu e escutei um fio de suspiro, seguido por um choro forte.

Quando Arthur chorou, sentei no chão exausta e aliviada, o marido perguntava aflito o que ele tinha que fazer, já que o menino chorava e sangrava em suas mãos; calmamente falei que o deixasse chorar, pois só chora quem respira.

Nunca fiquei tão feliz e aliviada ao ouvir o choro de Arthur.

Depois de nos limpar, ao chão e aos móveis, pois havia sangue em tudo, fiquei com meu filho no colo, pois ele estava chorando e tremendo ainda pelo estress causado e o choque respiratório; aos poucos ele foi se acalmando, já estava novamente corado e seus batimentos cardíacos estáveis.

Lhe dei água, depois ele pediu uma mamada, tomou ainda um remedinho para a dor na garganta e dormiu calmamente como se nada tivesse acontecido. Eu por minha vez, fiquei alerta o tempo todo, cuidando de sua respiração, velando seu sono madrugada adentro.

De manhã o levamos ao pronto-socorro para verificar a garganta, ela estava boa, só levemente avermelhada, aparentemente saudável, ficou receitado uma vitamina B12 para melhorar a cicatrização, a pediatra de plantão falou que ele poderia ir para a escola, assim iria se distrair ao longo do dia.

Passei a noite e o dia agradecendo aos conhecidos e desconhecidos, aos protetores meus, do maridão, da casa, do meu filho. Tenho certeza absoluta de que ia perder meu filho, sei que se não ficasse calma, se não tivesse uma forte presença de espírito e um raciocínio rápido, estaria hoje enterrando o Arthur.

Graças aos deuses, essa será mais uma história que contarei aos netos, sobre o susto que o pai dele dava nos avós. Só espero nunca mais passar por isso!!!

2 de out de 2011

Tempo



Tempo, pois é, tem tempo que não escrevo aqui...

E sobre o tempo é o que eu quero falar, na verdade, quero falar da falta dele em minha vida.

Eu sabia, sempre soube, era do meu total conhecimento que ao virar mãe muita coisa mudaria. Mas no que vai mudar, isso de fato, só descobrimos na hora H, ou na falta dela.

Noites sem dormir, preocupação com a saúde, com o que come, com o que faz ou deixa de fazer, lógico que estou falando do Tutu. Ok, essa mudança eu já tinha noção, mas o que eu não sabia, era a amplitude disso tudo no meu tempo.

Sim, pq com meu tempo voltado ao pequeno, inevitavelmente, deixei de ter tempo para mim. E não é só tempo para se embonecar, cuidar do corpo, da casa, das artes, do marido, é não ter tempo para mais nada só meu.

Já perdi as contas dos livros comprados que ainda não li, dos tarots ganhados/comprados que ainda não usei, dos cursos que estão nos mesmos livros no escritório que ainda nem consegui abrir.

Nunca mais sentei na rede para olhar absortamente o tempo, não brinco mais com as cadelas, nem tenho colhido as amoras que estão no pé, tão maduras que já estão caindo no chão.

E nessa falta de tempo, percebo que na verdade o tempo até existe, mas cadê a disposição para usufruí-lo? Nos momentos, raros, que Tutu dorme de dia, o que eu mais quero fazer é dormir também. É a vontade de deitar na cama, olhar pro teto, deixar a mente viajar e se der, cochilar.

Tudo bem que isso foi agravado pelas 2 semanas em que o filhote passou super mal, mas é nítido que a minha falta de tempo é resultante de um cansaço físico e mental.

Aí vem as boas línguas, querendo me ajudar e motivar: Calma, isso passa quando ele fizer 2 anos.... 2 anos? Só vou ter minha vida/tempo/disposição quando ele completar 2 anos??? Coitada de mim, rs.

E sei que o maridão ajuda, faz tudo que pode, mas é fato que crianças na maioria das vezes querem grudar na mãe, doentes então, nem se fala.

Fico pensando na minha vida daqui há 2 anos, sim, pq agora só faço planos super futuristas, de cursos, de especializações, até de cuidados especiais.

São as mudanças da maternidade, mudanças essas que sempre escutamos, mas que na hora H, pq aí ela se faz super presente, percebemos, que tudo que escutamos, não é um décimo do que realmente vamos viver.





23 de set de 2011

AR PRIMAVERIL

Hoje é um dia especial, Tutu faz 10 meses, é o início da Primavera e o Dia do Sorvete!



Feliz Dia para tod@s nós!!!

1 de set de 2011

Decoração e criticidade



No pouco tempo que me sobra, antes da caída no sono, por vezes, consigo ler minhas revistas de decoração e tenho reparado como estou crítica.

Não é criticar por criticar, não é dar uma de "Rapoza e as Uvas", mas tem certas coisas que não cabem em minha cabeça.

Tudo bem que revista sempre mostra uns espaços que seguramente falamos "capa de revista", são aqueles ambientes liiindos, arruuuumados, marrraaavilhosos, mas que a gente sabe, lá dentro, que é impossível de ter, pq cansa, pq é poluição visual, pq fica esnobe, pq fica piegas e sabe mais o que, pq gosto nunca se discute até o final, pois muda o tempo todo.

São salas com cores que não combinam e que eles teimam em dizer que é modernoso, que é "mexicanizado" ou pior "neo-nordestino", com retalhos loucos e que deixam a parede/móveis/casa com jeito de fundo de quintal, ou como dizia minha vó "com cara de pobre", pejorativamente falando.

São estantes com um monte de coisinhas em miniaturas e badulaques que minha mente grita "quem limpa isso tudoooo? Seguramente a dona da casa que não é!"

São casas minimalistas, que fico questionando: "quando tem muita visita como faz para sentar, receber ou se aconchegar?" Outras são casas excessivamente lotadas e que me faço a mesma pergunta, só que pensando que o convidado, numa foto, pode virar o personagem "Onde está Wally?"

E as manias, já reparou que elas existem nas revistas?

Uma delas, a mais atual e para mim abestada, é a de dizer/mostrar/empurrar que tudo é antigo, hoje em dia, é chiquetoso chamar de vintage, quando nada mais são do que coisas do tempos de nossas avós e que se não fosse "modinha"continuariam a ir pra lixeira pelas futuras gerações, pq não me venham dizer que peças de porcelana de bichos/pássaros amazônicos totalmente brilhoso ou com craquelê é algo poderoso na decoração, que isso não me cola não, é cafona sim! Assim como a Branca de Neve e os 7 anões no quintal/varanda de alguém.

Afinal, uma coisa é reaproveitar móveis antigos, de qualidade, com valor sentimental (eu faço isso, tenho os do tempo de minha mãe e vó); mas outra é pagar uma fortuna por um móvel, seguramente cinco vezes mais caro, que na verdade foi feito recentemente e dizer que é "vintagen" (burrice máxima)!

Ter móvel antigo é lindo, mas quando ele é realmente velho de algum lugar, tenha pertencido à alguém e principalmente, tenha uma história; além claro, do fator ecológico de preservar a natureza pois as árvores agradecerem.

Decoração e moda andam juntas, de mãos dadas, tendências vem e vão, mas não podemos esquecer que a casa tem que ter a cara dos moradores e não de show room de loja badalada ou de capa de revista.

De que adianta ter uma casa linda, moderna, atualizada nas mais recentes tendências, se ao entrar nela não sentimos a energia/gosto/personalidade de seus donos ou mesmo a casa viva, respirando junto com seus moradores?

 Sou mais a minha, sem tantas tendências modernas, sem móveis badalados, mas cheio de personalidade, com objetos que contam histórias de família e fazem a casa respirar viva e feliz com seus moradores.

Agora podem comentar/reclamar/opinar, pq lógico, minha criticidade jamais será igual a de vcs, só não me joguem pedras, pq não preciso delas para levantar nenhum muro, rs.



23 de ago de 2011

O perigo do bebê conforto na cama


Deuses meus, outro susto com o Tutu!

Ele sentadinho no bebê conforto, no meio da cama, resolvi ir no banheiro, resultado: Ele se virou, virou o bebê conforto e o dito caiu da cama. Só escutei o barulho, saí desesperada do banheiro e vi o bebê conforto no chão e de cabeça para baixo!

Desesperada desvirei o bebê conforto e Arthur começou a chorar, tentava acalmá-lo quando vi um vermelhinho, fiquei doida, pois saiu um pouco de sangue do nariz, pensei na hora que o tivesse quebrado. O menino chorando, eu tentando usar mais a lógica que a emoção, limpando seu nariz. O sangue que saiu acabou sendo mínimo, secando logo em seguida; apalpava o nariz do menino para verificar se ele estava quebrado e vi que, ainda bem, não quebrou. Rapidamente Arthur já estava sorrindo feliz no meu colo.

Não me lembro mais se a alça estava para cima ou para baixo, portanto, não sei se Arthur bateu o nariz na alça ou no chão, o que sei é que seu nariz ficou meio inchado no local que bateu e vermelhinho entre o nariz e o lábio superior, passei horas olhando o bebê conforto tentando lembrar, mas foi em vão. Agora não importa mais onde ele bateu o nariz, importa é que bateu.

E aposto que sei como isso aconteceu, pois Arthur tem reproduzido algo que viu na creche; ele tem se virado no bebê conforto, mesmo com o cinto de segurança, como quem tenta sair dele. O detalhe é que o menino que faz isso na creche já é maior que ele e sabe andar, por isso nem usa mais o cinto de segurança do aparelho, assim, entrando e saindo dele quando acha melhor. Agora coloque na cabeça de Arthur que ele não pode fazer isso? Impossível!

Claro que nesse meio tempo, até saber se Arthur estava bem ou não, liguei para o pai dele, que de carona já estava voltando para casa, deixei ele seguramente preocupado; quando vi que as coisas estavam mais calmas e tranquilas, liguei novamente para o pai a fim de acalmá-lo.

Em casa, com outros olhos, o marido verificou o mesmo que eu, que Arthur estava bem, meio choroso para chamar a atenção e ganhar com isso um colinho mais especial e demorado, mas com nada quebrado.

Não nego, que embora não tenha culpa por ter ido ao banheiro, me senti super mal pela queda do Arthur. O que me revolta é que ele sempre ficou no bebê conforto e na cama, para poder assistir melhor os desenhos que passam na TV e foi só me ausentar um pouquinho que o desastre aconteceu.

Agora o que me resta é aproveitar a ida ao pediatra amanhã, para ver as pintinhas do corpo dele e claro, pedir uma olhadela especial no nariz do menino.

Ficou a lição, bebê conforto na cama, sem alguém do lado, nunca mais...