pulo

29 de jul de 2011

É um belo conselho!


É um belo conselho!

Um jovem recém casado estava sentado num sofá num dia quente e úmido, bebericando chá gelado durante uma visita ao seu pai. Ao conversarem sobre a vida, o casamento, as responsabilidades da vida, as obrigações da pessoa adulta, o pai remexia pensativamente os cubos de gelo no seu copo e lançou um olhar claro e sóbrio para seu filho.

Nunca se esqueça de seus amigos, aconselhou. Serão mais importantes na medida em que você envelhecer. Independentemente do quanto você ame sua família, os filhos que porventura vier a ter, você sempre precisa de amigos.

Lembre-se de ocasionalmente ir a lugares com eles; faça coisa com eles; telefone para eles...

Que estranho conselho, pensou o jovem. Acabo de ingressar no mundo dos casados. Sou adulto. Com certeza minha esposa e família que inciaremos serão tudo que necessito para dar sentido à minha vida. Contudo, ele obedeceu ao pai. Manteve o contato com seus amigos e anualmente aumentava o número deles. Na medida em que os anos se passavam, ele foi compreendendo que seu pai sabia do que falava. Conforme o tempo e a natureza realizam suas mudanças e mistérios sobre um homem, amigos são baluartes de sua vida.

Passados mais de 40 anos, eis o que ele aprendeu:

O tempo passa.
A vida acontece.
A distância separa.
As crianças crescem.
Os empregos vão e vêm.
O amor fica mais frouxo.
As pessoas não fazem o que deveriam fazer.
O coração se rompe.
Os pais morrem.
Os colegas esquecem os favores.
As carreiras terminam.

Mas... 
 

Os verdadeiros amigos estão lá, não importa quanto tempo e quantos quilômetros estão entre a gente. 

Um amigo nunca está mais distante do que o alcance de uma necessidade, torcendo pela gente, intervindo em nosso favor e esperando de braços abertos, abençoando a nossa vida. 

Quando iniciamos esta aventura chamada vida, não sabíamos das incríveis alegrias ou tristezas que estavam adiante. Nem sabíamos o quanto precisaríamos uns dos outros. 

Remeta este texto a todos os amigos que ajudam a dar sentido à sua vida.

É o que estou fazendo!

21 de jul de 2011

"Ser mãe é padecer no paraíso"



Como, agora, entendo essa frase...

Passei um tempo sumida da net, mas nem por isso aproveitei minhas férias de meio de ano. toda a programação feita para aquela semana, se foi por água abaixo, tudo pq o Arthur passou muito mal.

Ele teve vômitos e diarréias, nada parava dentro do menino, a escola me ligava informando sobre os ocorridos, íamos buscá-lo; ligava para o pediatra, averiguávamos cada item de sua alimentação, procurando um terrível culpado.

A semana passava, Arthur emagrecia, mas nem por isso perdia o bom humor, o sorriso no rosto e  o fogo normal do dia-a-dia, nem parecia que estava passando mal.

E o sexto sentido maternal funcionou, cortei o leite dele, tudo passou, voltei com o leite, a diarréia recomeçava. Fiz mingau e papinhas usando o leite normal, o que tomo todo dia, nada deu no menino, isso significava que Arthur não tinha problemas com a lactose.

Na última ida ao pediatra, a constatação, o menino emagreceu 350 gramas, muita coisa para ele. Resolvemos mudar o leite, na verdade, voltar ao leite antigo, o Nam Pro, o mesmo que prendia o intestino de Arthur. O médico cré, que por Arthur já ter o aparelho digestivo formado, comendo qualquer tipo de alimentação, o Nam Confort deve fazer o intestino, agora, se soltar demais.

Fiz o teste, comprei uma lata pequena do Nam normal, ele toma feliz;  diarréia não deu, também não trancou o menino. Se isso ocorrer com o tempo, uso metade de cada tipo e farei uma mistura que dê certo.

E em situações como essas, novas para mim e para meu marido, vejo como nossa vida mudou, como tudo é em prol do filho; que nossas vontades ficam em último plano, tudo em nome do amor.

Eu e o marido não tivemos nosso merecido descanso, mas tudo se esvai ao ouvir a risada gostosa do filho, por ele, tudo vale a pena!

16 de jul de 2011

Lua Cheia de Julho

Finalmente, nessa semana corrida e cheia de coisas para dar conta, hj consegui ritualizar rapidamente minha Lua Cheia e tirar o meu ciclo de tarot.
 
Nao pensei em nada específico, embora tenha um assunto preocupante na mente, mas esse quero, no decorrer da semana, tirar uma jogada completa de tarot pra ele.
 
Quando fui tirar o Oráculo da Deusa, me deu vontade de usar a primeira e a última lâmina do monte, no meu tarot tradicional, segui a regra de sempre: "o primeiro menor é da onde eu saio, o segundo menor para onde eu vou, e o arcano maior se torna a toada do caminho."
 
 
 
Agora é pensar com calma sobre o que saiu, com a mente mais tranquila e sozinha. Quem tiver dicas, pode escrever nos comentários...