pulo

23 de ago de 2011

O perigo do bebê conforto na cama


Deuses meus, outro susto com o Tutu!

Ele sentadinho no bebê conforto, no meio da cama, resolvi ir no banheiro, resultado: Ele se virou, virou o bebê conforto e o dito caiu da cama. Só escutei o barulho, saí desesperada do banheiro e vi o bebê conforto no chão e de cabeça para baixo!

Desesperada desvirei o bebê conforto e Arthur começou a chorar, tentava acalmá-lo quando vi um vermelhinho, fiquei doida, pois saiu um pouco de sangue do nariz, pensei na hora que o tivesse quebrado. O menino chorando, eu tentando usar mais a lógica que a emoção, limpando seu nariz. O sangue que saiu acabou sendo mínimo, secando logo em seguida; apalpava o nariz do menino para verificar se ele estava quebrado e vi que, ainda bem, não quebrou. Rapidamente Arthur já estava sorrindo feliz no meu colo.

Não me lembro mais se a alça estava para cima ou para baixo, portanto, não sei se Arthur bateu o nariz na alça ou no chão, o que sei é que seu nariz ficou meio inchado no local que bateu e vermelhinho entre o nariz e o lábio superior, passei horas olhando o bebê conforto tentando lembrar, mas foi em vão. Agora não importa mais onde ele bateu o nariz, importa é que bateu.

E aposto que sei como isso aconteceu, pois Arthur tem reproduzido algo que viu na creche; ele tem se virado no bebê conforto, mesmo com o cinto de segurança, como quem tenta sair dele. O detalhe é que o menino que faz isso na creche já é maior que ele e sabe andar, por isso nem usa mais o cinto de segurança do aparelho, assim, entrando e saindo dele quando acha melhor. Agora coloque na cabeça de Arthur que ele não pode fazer isso? Impossível!

Claro que nesse meio tempo, até saber se Arthur estava bem ou não, liguei para o pai dele, que de carona já estava voltando para casa, deixei ele seguramente preocupado; quando vi que as coisas estavam mais calmas e tranquilas, liguei novamente para o pai a fim de acalmá-lo.

Em casa, com outros olhos, o marido verificou o mesmo que eu, que Arthur estava bem, meio choroso para chamar a atenção e ganhar com isso um colinho mais especial e demorado, mas com nada quebrado.

Não nego, que embora não tenha culpa por ter ido ao banheiro, me senti super mal pela queda do Arthur. O que me revolta é que ele sempre ficou no bebê conforto e na cama, para poder assistir melhor os desenhos que passam na TV e foi só me ausentar um pouquinho que o desastre aconteceu.

Agora o que me resta é aproveitar a ida ao pediatra amanhã, para ver as pintinhas do corpo dele e claro, pedir uma olhadela especial no nariz do menino.

Ficou a lição, bebê conforto na cama, sem alguém do lado, nunca mais...


21 de ago de 2011

Ótimo com ele, bom também sem ele


Após uma semana tumultuada, com um treco que nunca havia tido antes e que me fez tremer com calafrios à tarde toda e febre de quase 40 graus, pude hoje, finalmente, escrever esse relato:

No meu aprendizado em ser mãe, percebi/relembrei que pequenas coisas podem me dar grandes alegrias.

Estar com meu filho é ótimo, mas ter momentos só meus é muito bom.

Nessa semana me dei esse luxo, graças ao atestado de sinusite que adquiri; como não queria que Tutu ficasse muito perto de mim, para que a gripe dele não voltasse, deixei ele dois dias no integral da escolinha. Tudo bem que no primeiro dia em casa, graças aos efeitos dos remédios, literalmente morguei a manhã inteira na cama, impossibilitada de abrir o olho e acordar de fato; era tanto sono, que a manhã passou rápido, que só acordei ao meio-dia com o telefonema do marido, preocupado em saber como eu estava.

Ainda sonsa, continuei tendo atitudes normais de quando Tutu está em casa, a televisão em som baixo, menos barulho ao fechar portas e gavetas, e até mandar as cadelas calarem a boca para não acordar o menino. Só depois de horas que me dei conta que como ele não estava em casa, os barulhos poderiam voltar a soar dentro de casa, rs. Mas já era tarde demais, metade da tarde já havia passado.

Nem dei conta da casa, não sei se por conta da sinusite ou agravada pelos remédios, meu dia foi letárgico, sem vontade de fazer absolutamente nada, só ficar na cama, jogada, folheando as revistas de meses atrás que estavam na mesinha de cabeceira, esperando em vão pelo momento certo.

Quando o marido chegou com o filhote, pude perceber o quanto foi bom o dia, afinal eu dormi e relaxei; foram horas de sono que precisavam ser repostas, li as revistas que já me olhavam feio por estarem ali do meu lado e não serem folheadas, larguei a casa à própria sorte e ela não desabou, só continuou como estava no dia anterior e nem a pia atentou a minha mente com suas propostas de uso.

Tive uma noite boa e tranquila, pois Arthur parecia saber que eu precisava descansar.

No dia seguinte, meu segundo dia de atestado, foi bem diferente...

Com a casa finalmente vazia, não me deixei vencer pelos remédios; tudo bem que fiquei rolando na cama, curtindo o momento, mas depois respirei fundo e fui à luta.

Resolvi aproveitar o dia e dar conta da casa, de mim e da minha alegria, afinal era sexta-feira e toda sexta é especial para mim.

Comecei arrumando a casa, depois fui para a parte que muita gente (nem eu) não gosta, LIMPEZA.

Limpei móveis, varri chão, usei esfregão e passei produto de limpeza, escovei e lavei cada brinquedo de Tutu, paguei promessa andando de joelhos no tapete alfabético do menino com o pano e o alcool na mão, esfreguei cada letra e número daquele quarto, lavei banheiro, área de serviço, cozinha, garagem, canil, respirando bem fundo, limpando também minhas via aéreas e terminei passando cheirinho no chão e incensando a casa; agora pergunta se eu estava cansada... Muito pelo contrário, estava num pique de dar inveja e feliz pela casa limpa, tanto no físico quanto no astral.

Agora essa empolgação toda tem um motivo, simples, banal, mas maravilhoso para mim; fiz tudo isso ouvindo música, de Guns à Lady Gaga, de Loreena à música indiana, tudo em som alto, comigo cantando, dançando e rodopiando abraçada com a vassoura, fazendo dela um par mágico e usando o pano na mão como um véu colorido. Pq eu gosto de música, sou habituada a ter música em tudo que eu faço, música em som alto, para remexer e espantar as energias ruins. Infelizmente, isso não tem sido mais um hábito, afinal de contas, tenho um bebê em casa e me policio quanto ao volume do som.

Quando marido e filho chegaram em casa, eu já estava com a sensação de missão cumprida, não pela limpeza da casa em si, mas pelas horas maravilhosas que tive comigo mesma, por dançar sozinha pela sala, pelas revistas que finalmente consegui terminar de ler, pelo livro que iniciei, pelo final de tarde de brincadeiras e carinho com as cadelas, pelas horas gastas num banho longo e revigorante, pela continuação de uma promessa antiga, de fazer minhas sextas-feiras sempre um dia especial.

Mas não terminou aí, no sábado continuei com o momento "eu comigo mesma", fui ter uma manhã de mulherzinha, ida ao salão para cortar os cabelos, tinturar as madeixas e as unhas, escutar e conversar com mulheres conhecidas e outras que nunca vi. Saí do salão uma nova Flávia, até cantada eu levei, rs. Depois tive pique para tentar trocar uma camisa (não consegui), comprar um presente lindo para o niver de minha mãe, tirar foto 3x4 e almoçar sozinha, escutando a garçonete me chamar de senhorita e gostar.

Só depois das 2 da tarde é que cheguei em casa, significativamente renovada.

Tudo bem que ainda fui bater perna com meus homens nas concessionárias em promoção, para tentar trocar de carro e descobri infelizmente, que quanto melhor é o preço da oferta, menos dão de valor em seu carro (¬¬), mas nem assim o dia ficou cinza, fiz test drive num carro que considerava ruim e me apaixonei por ele, pena que não posso comprá-lo, coisas da vida...

Mas o que eu quero realmente dizer com esse relato é que por mais que um filho complete a nossa vida e a mude completamente, momentos só seus, sem ele, no estilo "eu comigo mesma", ainda é um momento maravilhoso que nos faz voltar ao tempo em que a gente, orgulhosamente, sempre era em primeiro lugar.

Um viva para momentos assim, momentos que nos fazem bem!!!!


2 de ago de 2011

CURIOSIDADES SOBRE UM PAÍS DE LOUCOS

CURIOSIDADES SOBRE UM PAÍS DE LOUCOS
 

Um
motorista do Senado ganha mais para dirigir um automóvel do que um oficial da Marinha para pilotar uma fragata!

Um
ascensorista da Câmara Federal ganha mais para servir os elevadores da casa do que um oficial da Força Aérea que pilota um Mirage!

Um
diretor que é responsável pela garagem do Senado ganha mais que um oficial-general do Exército que comanda uma Região Militar ou uma grande fração do Exército!

Um
diretor sem diretoria do Senado, cujo título é só para justificar o salário, ganha o dobro do que ganha um professor universitário federal concursado, com mestrado, doutorado e prestígio internacional!

Um
assessor de 3º nível de um deputado, que também tem esse título para justificar seus ganhos, mas que não passa de um mero gestor de correspondências, ganha mais que um cientista-pesquisador da Fundação Instituto Oswaldo Cruz, com muitos anos de formado, que dedica o seu tempo buscando curas e vacinas para salvar vidas! 

O SUS paga a um
médico, por uma cirurgia cardíaca com abertura de peito, a importância de R$ 70,00, equivalente ao que uma diarista cobra para fazer a faxina num apartamento de dois quartos.


JÁ PERDEMOS A CAPACIDADE DE NOS INDIGNAR.
 
PORÉM, O PIOR É ACEITARMOS ESSAS COISAS, COMO SE TIVESSE QUE SER ASSIM MESMO, OU QUE NADA TEM MAIS JEITO.

VALE A PENA TENTAR.

PARTICIPE DESTE ATO DE REPULSA
. 
REPASSE! NÃO SEJA OMISSO.

REPASSAR É UM
"ATO DE REPULSA"

POR TUDO QUE DE ERRADO
ACONTECE NESTE PAÍS