pulo

27 de nov de 2011

Cansada e Feliz




Genteee, a festa do Tutu foi ótima, o povo comeu e bebeu bem, todos adoraram a decoração, as crianças se acabaram nos brinquedos e o melhor, não choveu. 

Estou esgotada, acabada, cansada, mas extremamente feliz! 

Vale a pena!!! 


20 de nov de 2011

Fernandinho, meu amor.


Tem coisas que vêem aos meus olhos, certamente enviados pelas magníficas e divinas energias Universais, que nos levam a refletir e claro, para os que tentam, mudar a visão e melhorar a mente, o corpo e o espírito.

Vendo descompromissadamente o Facebook, não é que me deparo com esse precioso texto do Fernandinho, o mesmo que por vezes me diz aquilo que eu não queria ler e me faz refletir sobre aquilo que eu quero esconder.

Fechar ciclos, mudar, adaptar e amadurecer, isso faz parte da vida, da minha vida!




‎"Enquanto não encerramos um capítulo, não podemos partir para o próximo. 
Por isso é tão importante deixar certas coisas irem embora, soltar, desprender-se. As pessoas precisam entender que ninguém está jogando com cartas marcadas, às vezes ganhamos e às vezes perdemos. Não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. 
Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. 
Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é."


Fernando Pessoa

15 de nov de 2011

Preconceito de Bruxa

Após um longo período de espera, mais de um ano para ser mais exata, terminei o livro A Casa da Bruxa.

Comprei o livro antes de ficar grávida, iniciei a leitura com o meu filho na barriga, mas nunca conseguia terminar o livro e aprendi nesses anos, que os livros nos dizem quando é o momento de lê-los, e ainda não o era.

Eu já tive muito preconceito com os escritos da Márcia Frazão, tudo bem que era um preconceito mais influenciado pelos outros, do que por mim mesma;  era um tal de dizer que não era leitura pra mim, que não era minha cara, que era coisa até de bruxa do tipo "mulherzinha e suas panelas", logo eu que fujo da cozinha chata do dia-a-dia. Aí no dia que a vi na Ana Maria falando de santas católicas, pronto, acreditei na influência que dizia ser ela o liquidificador mágico da nova onda mística.

Pois é, fui erroneamente influenciada, na verdade, fui burra de me deixar cair nessas palavras.

Me toquei que tinha algo errado, quando outras pessoas falavam maravilhas de certos livros dela, comecei a perguntar o que as cativavam e percebi muita coisa interessante. Resolvi tomar coragem e comprei alguns livros.

Como terminei este, posso falar, que leitura mais gostosa; o modo direto, mas nada simplório, me abriu uma visão nova sobre um assunto que já martelava em minha mente. Descobri que algumas coisas que já faço, ensinadas por aqueles que vieram antes de mim, não eram crendices familiares, são aprendizados eternos de magia natural.

E coloquei mais lenha na fornalha da alma e da mente, o que antes era só uma pequena vontade, se tornou necessidade básica para uma realização imediata.

Eu que pensava em mudanças só no ano que vem, me vi mentalizando coisas ainda para o final desse ano e tendo a certeza que até a virada, certas informações serão colocadas em prática.

No fim, reaprendi, que escutar os outros é bom e ruim, bom quando nos ensina, ruim quando nos tolhe.

E hoje me chamo de burra por ter perdido tanto tempo tendo preconceito com os escritos da Márcia Frazão.

Mas garanto que eu e minha casa estaremos muito mais felizes com as coisas que aprendi com ela.

Obrigada Márcia Frazão.

2 de nov de 2011

Dia de Finados



Na minha casa não é tradição visitar cemitérios, não é tradição lembrar dos mortos e chorar por eles em suas covas; a tradição é lembrar dos mortos como em vida, de suas alegrias, de suas risadas, de sua companhia.

Sempre acendo a vela e o incenso para os que já se foram nessa data e digo:

"Aos que vieram antes de mim, 
aos meus antepassados,
acendo minha vela e meu incenso no dia de hoje.


Aqueles que por terem vivido me fizeram nascer aqui,
aqueles que aprenderam, evoluíram e já se foram,
aqueles que trilharam seu caminho comigo,
aqueles que só pude ouvir falar,
a todos vocês que fazem parte do meu ser,
acendo minha vela e meu incenso no dia de hoje.


Ao meu pai Emmanuel, minha tia Carmela, meu tio Almério, 
a minha vó Jardelina, minha vó Judith,
ao meu avô Morena, meu avô Mendonça,
a minha amiga Taís,
ao Tio Cézar, madrinha Nair e Padrinho Laurêncius,
a minha sogra Maria Luíza e meu sogro José Cláudio,
a todos que fizeram parte de minha vida,
acendo minha vela e meu incenso no dia de hoje.


Que vocês sejam sempre lembrados,
sempre saudados,
no dia de Finados.


A saudade existe, 
o amor perdura,
o aprendizado fica,
a evolução sempre acontecerá.


Que vocês continuem unindo minha família,
protegendo meu lar,
a minha vida, 
do meu marido,
do meu filho,
de minha mãe,
dos meus primos.


Nesse Dia de Finados
acendo minha vela e meu incenso,
a todos que vieram antes de mim,
a todos que partilharam sua vida comigo,
a todos que um dia encontrarei novamente,
a todos que me deram a oportunidade de evoluir.


Que minhas palavras cheguem aos seus ouvidos, 
acalentem seus corações,
renovem suas esperanças e
iluminem suas almas,
porque num dia todos estaremos juntos novamente.


Que assim seja, 
porque assim o é,
essa é a minha vontade e
todo o Universo conspira ao meu favor."