pulo

29 de abr de 2012

Objetivo conquistado



Todo mundo que me conhece sabe que eu engravidei, todo mundo que me lê sabe que eu engordei e isso mudou a minha vida para pior.

Eu sabia que iria engordar por conta da gestação, mas eu tinha a certeza que perderia tudo depois com a famosa amamentação.

E a amamentação não aconteceu, portanto, não emagreci.

Fiquei meses na agonia de querer usar roupas que estavam no armário e não cabiam, sofrendo com uma cinta maldita que não me dava o resultado desejado, na verdade eu parecia um colchão amarrado.

Até que um dia, uma amiga me falou sobre massagem de drenagem linfática. Era uma boa promessa, mas logo descartada pelos preços absurdos cobrados nas clínicas das madames.

Reclamando aqui e ali pelas ondas internéticas, uma conhecida me diz que conhece uma mulher que faz a tal massagem (drenagem acrescentada de do-in, modeladora e relaxante), que ela vai na casa das clientes e não cobra horrores por isso; e o melhor, com resultados comprovados pelo olho clínico dessa conhecida.

Tomei coragem e atitude, juntei uma grana que não tinha e paguei a mulher.

Os resultados nem demoraram tanto tempo assim, creio que em 1 ano, passei dos 75 kg para os 60 kg, três a menos do meu peso normal anterior.

Não mudei muito os meus hábitos alimentarem, continuei sem fazer exercícios; eu sou mesmo sedentária e preguiçosa, mas fiz a massagem por mais uns 4 meses, até que finalmente a recessão orçamentária familiar me venceu e tive que cancelar as tão maravilhosas massagens. Sinto saudades absurdas dela!

Meu corpo mudou muito, mas ainda não estava como eu queria, pq eu não poderia desejar ter meu corpo antigo de volta? Não o corpo pré gravidez, mas o corpo da época da UFES? Era desejar demais? Não!

Deixei de comer guloseimas durante a semana, as latas de leite condensado começaram a sobrar na despensa, os chocolates ficaram escondidos na geladeira, tudo pq o meu mal é gostar de doces!

Mas não fui radical, sabia que se assim fizesse, iria me boicotar. Quando desse a louca por um doce, chocolate ou porcaria, eu comeria sem sofrimento. Nem pensaria depois nisso!

Prometi fazer exercícios, mas não fiz.

Percebi que as roupas começaram não cair bem, as calças a cair e as blusas de sempre estavam realmente folgadas. Voltei a usar cinto, décadas depois de tê-los abandonado no armário, tive inclusive que comprar novos, os antigos estavam grandes demais. Mandei calças jeans para a costureira, não para fazer bainha, como de costume, mas para apertar.

Com receio, não subia nas balanças das farmácias, só na de casa, pois já sabia que nunca marcava o peso exato; na verdade era medo de achar que estava bem e ainda não estava, é coisa de quem já foi gordinha, ama e odeia uma balança, rs.

No mês passado, não resisti e subi numa balança, na verdade uma de precisão, encontrada no veterinário  da minha cadela que operou, me imaginava com menos de 60 kg, mas me surpreendi por me ver com 56 kg e poucas gramas. Na hora, fiz igual criança, subi e desci várias vezes, feliz pelo resultado obtido.

Mas eu queria meu peso de Universidade, peso dos meus 20 e poucos anos, essa era a minha meta, meu objetivo escondido, algo velado para meu ego não perceber, rs.

Tempo depois, com o lance da gripe do Tutu, fui numa farmácia, passei por uma balança, me pesei e... estava com 55 kg!!! Esse era meu peso da época da Universidade, eu finalmente estava com o meu corpixo que sempre amei!

Não preciso dizer como isso me deu uma satisfação enorme, não é?

Claro que sair do 75 kg e cair no 55 kg, além de uma melhora no corpo e na saúde, resulta em certas coisas que nunca havia percebido, a temível flacidez. Não sei se pela idade, pela gravidez ou mesmo pela minha falta de exercícios, percebi que minha pele não era como antes, era necessário fazer algo.

Adepta de pílulas como sou (fresca admito), comecei a tomar umas de colágeno, não sei se ainda vão dar algum resultado satisfatório, conto depois.

E nessa semana, por conta do Tersol do Tutu, passei novamente na farmácia, passei pela balança e não resisti, me pesei; qual não foi minha surpresa ao ver que estava com 54 kg cravados!

Parece uma diferença besta, mas pesar menos do que eu coloquei como meta, me assustou; me deu medo de perder o controle, do corpo emagrecer demais, sei lá, ficar anoréxica, deu neura.

Continuo com a alimentação normal, deixando as besteiras para o final de semana, mas será que continuarei emagrecendo? Que o corpo acostumou com isso? Só o tempo dirá. Admito que lá dentro tem algo que me questiona: Será que 50 kg é perfeito? Não dizem que temos que pesar menos 10 do que os centímetros da nossa altura? Mas não quero "pagar pra ver", não quero!

Uma coisa é fato, preciso fazer algo em relação a flacidez, ela está me incomodando, justamente pq reparei nela. Vou ligar para a antiga academia, onde eu fazia hidroginástica, afinal isso eu sempre gostei e só parei por conta da gravidez.

Espero que não esteja caro, pq eu já decidi que vou fazer, só preciso ver o que deixo de consumir para ter grana para os exercícios; e não adianta eu falar que vou andar de bicicleta, que vou andar ao redor da pracinha, que não rola, eu me conheço. Se eu não colocar dinheiro na academia, se eu não ver que preciso fazer as aulas para não jogar dinheiro fora, eu não faço. A preguiça é meu maior defeito, eu sei, rs.

Agora tenho um novo objetivo, eu quero vencer a flacidez!

Fazer exercícios não é mais uma coisa abestada, tem que ser uma obrigação, não só pela flacidez que eu detectei, mas pela saúde, pois se eu cheguei até aqui, é pq eu posso conquistar tudo que eu quero e muito mais.

Sou uma vitoriosa!!!


Tenho certeza disso!!!!!

Obs: Sabe aquela calça guardada, do tempo de antes da UFES? Aquela mesma que eu sempre prometi que um dia voltaria a usar? Guardada por mais de 15 anos? Pois bem, além de entrar, fecha que é uma beleza, tá?! rs

22 de abr de 2012

Da capacidade de ver, saber e conhecer



Todo mundo tem um dom, isso é fato.

Mas quando o dom é de perceber as nuances do Universo e com isso ter visões de coisas futuras que possam vir a acontecer?

Mutos diriam que é algo maravilhoso, um dom profético; mas eu posso lhes dizer, nem sempre isso é bom.

Na verdade é algo que dá grande responsabilidade, pois ao ver coisa que podem acontecer, podemos até tentar mudar o futuro, mas nem sempre ao nosso bel prazer.

Eu digo que o futuro é uma estrada de muitas vias, o que nos deixam ver, são as curvas desses caminhos e com isso temos noções das coisas que podem ocorrer; mas o caminho a seguir e os obstáculos que existem neles, isso só o tempo presente pode mostrar.

A única coisa que posso fazer é responder quando sou questionada, mas se a resposta vai agradar, isso são outros quinhentos.

Todo mundo tem a errônea noção de que um futuro visto é um futuro certo, nada disso, ele é mutável, e muda de acordo com o nosso dia-a-dia e as escolhas que fazemos no aqui, no agora e no acolá espiritual.

A única coisa certa do futuro, é que se vc tiver que passar por determinadas situações para crescer, amadurecer e evoluir espiritualmente, elas vão ocorrer, mais cedo ou mais tarde, independente de sua vontade, e não adianta fugir delas, pq nem sempre essas situações dependem de um corpo físico.

Eu trato disso aqui, não para ensinar ninguém; escrevo para me lembrar dessas palavras e desse ensinamento, para não viver na falsa esperança de achar que eu sei do futuro.

Lógico que tenho sonhos, de que certos futuros bons aconteçam logo, que alguns futuros mais dramáticos sejam logo vivenciados para eles irem embora, mas rogo, do fundo de minha alma, que gostaria daquele futuro feliz, em paz, com tranquilidade, com união e sim, com uma baita esperança que todos sejam sempre felizes.





7 de abr de 2012

Pessoas e suas vibrações



Nas andanças do outro lado, encontramos pessoas dos mais variados tipos: dos amigos, dos conhecidos, dos inimigos e aquelas que não fedem e nem cheiram.

Hoje na minha andança, ganhei presentes, vi uma amiga querida e combinamos lá de nos encontrar aqui e passear, mostrando que amizades se perpetuam em todos os mundos. Estava com meu filho no colo, apresentando para as pessoas, mostrando minha felicidade em ser mãe.

Vi gente que não gosto, mas assim como aqui, sorri, pq nossos atos refletem onde estamos; portanto, aprendi a agir de acordo com a energia que quero atrair. Nem quando brincou com meu filho reclamei, simplesmente sorri, pq tem coisas que realmente vale a pena deixar ir. Por outro lado, vi gente que me olhou de cara feia, mostrando que o sentimento dela refletiu lá; só pude sentir pena e vi partir.

O bom da boa vibração é que ela nos persegue, afinando tudo a nosso volta, se fazendo por merecer.

A quantidade de boas energias sentidas hoje foi a prova que eu necessitava, mostrando que meu pensamento está certo, meu caminho aberto e eu só vou ter perto, quem me merece e quem eu deixo por merecer.

Acordei feliz, tranquila e com o espírito leve.

Feriado bão!