pulo

27 de out de 2014

Eleições Presidenciais 2014




Vejo muitas postagens das pessoas explicando seus votos; não para os seguidores, mas por incrível que pareça, justificando para os que a deixaram de seguir.

Isso é realmente estranho...

Pq no meu entender, se alguém deixa de seguir outro alguém por conta de partido político ou candidato, no mínimo respeito a pessoa não tem pela opinião alheia, não? Prefere fazer mimimi e sair de campo, querendo um palco ou holofote. Nesse caso, a pessoa fez um favor ao sair da sua vida social internética, pensa nisso!

Será que as pessoas não percebem que tais rixas de nada adiantam?

Os políticos, seja aquele que vc votou ou o que não votaria jamais, nem sabem que vc existe; na verdade, nem se importam nesse momento com qualquer um de nós. Até pq, eles - os políticos - tem a certeza absoluta que o assunto será esquecido no Natal ou na Virada do Ano Novo e seguramente depois do Carnaval.

Se vc está indignado com as reações contrárias ao seu voto, não se justifique ou fique de baixo astral, afinal de contas vc fez o que achou ser o melhor; mas se quiser fazer realmente diferença na vida dos políticos brasileiros, exerça sua cidadania! Fiscalize a pessoa que vc votou, não só para presidente, mas para todos os cargos políticos na qual teve que exercer sua cidadania obrigatória, ou será que alguém ainda se lembra em quem votou nesse 2014, além desse rebuliço presidencial formado nesse momento?

22 de out de 2014

Educar no século XXI, é preciso manter a autoridade


No dia 17 de outubro, por indicação da amiga Ivy, recebi o telefonema de Andressa Mian, jornalista do portal "Leia-se", me perguntando se eu poderia relatar e explicar sobre o tema 'autoridade no universo educacional'.

Prontamente aceitei e tivemos uma conversa agradável sobre o papel dos pais na educação dos filhos e a questão do limite e autoridade que a família precisa ter com suas crianças.

Segue abaixo a matéria, juntamente com o link para o portal.

Espero que gostem.

Educar no século XXI, é preciso manter a autoridade

POR ANDRESSA MIAN/AMIAN@LEIASE.COM.BR
A falta de limites e de autoridade são apontados por especialistas na área da educação como os principais desafios quando o assunto é a criação dos filhos. O consumismo exagerado dos pais, agradando os filhos com presentes para tentar suprir a ausência, também é outro erro cometido podendo gerar nas crianças e adolescentes problemas como depressão e baixo autoestima.
Segundo a doutora em educação pela Universidade do Espírito Santo (Ufes) e professora da Universidade Federal Fluminense Marisa Terezinha Rosa Valladares, a imposição de limites exige muito trabalho dos pais. Ela comentou que é muito mais cômodo para os pais deixar as crianças ocupadas com jogos atraentes, aparentemente sossegados no mundo virtual, do que dizer não aos filhos.
“Os pais estão preocupados em ocupar as crianças com várias tarefas como aulas de inglês, balé ou judô. Quando os filhos estão em casa, permitem uso das tecnologias e Internet sem limites. Com isso os pais evitam a convivência e os conflitos, e como consequência, temos o desaparecimento de valores na sociedade brasileira.”, analisou Valladares.
Outro ponto analisado pela doutora é que muitos pais estão atribuindo à escola a responsabilidade exclusiva de educar seus filhos. Para ela, a questão está em os pais assumirem o papel que lhes cabe em relação à educação e formação de cidadãos. “A escola não tem condição de ser única responsável pela formação de cidadãos. Isso é um papel que precisa ser dividido com os pais. O desafio hoje é assumir sua própria função na educação dos filhos. Orientação religiosa, moral e ética para construção de uma sociedade justa. Os pais abrem mão disso e entendem que no máximo tem que conseguir para o filho a garantia de um bom emprego oferecendo a eles boas escolas. Criar filho é assumir trabalho dentro de padrões de inserção na sociedade, de amor ao outro, de respeito e de civilidade”, avaliou.
Para a terapeuta familiar, psicopedagoga clínica e consultora em educação, Penha Peterli, está ocorrendo uma troca de papéis dentro dos lares, com os filhos assumindo a função de impor as regras da casa. “Em muitas famílias, os filhos são verdadeiros ditadores da casa e impõem as regras do que pode ou não pode. Os pais cedem seu papel de autoridade para regras que não tem propriedade porque estão fora do lugar. Isso gera consequências desastrosas para os filhos como depressão e baixa autoestima. O adolescente se sente amado, valorizado e cuidado quando os pais colocam limites, mesmo que esses limites sejam contestados”, avaliou.
Outra questão apontada por Peterli é o despreparo de alguns pais com relação a educação. “Muitos que chegam ao consultório estão despreparados, desinformados se veem perdidos. Eles acabam oferecendo aos filhos o mesmo modelo de educação que tiveram de seus pais. Acontece que hoje existem formas deferentes que são mais assertivas. Hoje é preciso se informar, estar atualizado. A ciência da educação tem sempre algo novo para mostrar”, disse a terapeuta.
A pedagoga Flávia Mendonça, que tem experiência em escolas públicas e particulares, acredita que a ausência dos pais na vida dos filhos pesa muito na hora de impor limites. “Muitos pais trabalham fora o dia todo e acabam deixando os filhos com avós, com vizinhos ou com pessoas que não representam autoridade para eles, e que acabam sendo permissivos demais com as crianças. Muitos pais nos procuram dizendo não saber o que fazer com os filhos e são orientados a retomar a autoridade com os filhos. Educar dá muito trabalho e não há cartilha nem receita mágica, mas os pais precisam entender que a firmeza e os limites precisam existir na relação”, analisou.
Mãe de quatro crianças; um casal de gêmeos de três anos, um menino de 6 anos e uma menina de 9 anos, a doutora em direito Michella Zortéa Carneiro também acredita que o desafio principal é a imposição de regras e limites para os filhos.
“Hoje os pais concorrem com as novas tecnologias e com o fato das crianças terem muita liberdade, mas saber impor limites é primordial. Não estou de acordo com a desculpa de muitos pais que dizem não ter tempo de orientar os filhos ou impor limites porque trabalham o dia todo. Nossas mães e pais sempre trabalharam fora e isso nunca foi problema. As mães francesas, por exemplo, trabalham o dia inteiro, mas nem por isso perderam autoridade sobre os filhos e a condição de compartilhar a vida com eles. Então a questão central é mesmo a autoridade, que já foi tão reprovada”, concluiu.
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18 de out de 2014

Desculpa a maioria, mas...


Desculpe a maioria, mas ...

No mundo virtual, muitos são volúveis;
No meio pagão, muitos são frívolos;
No meio educacional, muitos são desesperançosos;
No meio do scrapbook, muitos são egocêntricos;
E estou critica demais! 

Por isso (cada vez mais) prezo o contato direto, o olho no olho, o toque na pele e o sentimento da alma. 

Pq na maioria das vezes, não se usa personagem do facebook e nem se está protegido por uma tela de computador; a mesma tela q dá poderes sobre-humanos e permite q a pessoa faça o que quiser, machuque quem puder e se sinta acima do bem e do mal, pq nada a atinge de fato. 

Não acho a web ruim, muito pelo contrário, fiz e já desfiz amizades verdadeiras aqui, encontro pessoas sumidas e refaço laços perdidos; pesquiso, estudo e troco experiências importantes nessas ondas cibernéticas. 

Mas aprendi, que assim como na sociedade real, as pessoas têm faces no mundo virtual, até em maior quantidade, mas aqui é mais propício que as fantasias egocêntricas tomem proporções estranhas; na verdade, muito mais fácil do que na dura realidade palpável. 

Por isso me afasto, por isso me calo, para observar melhor o quadro em minha frente; assim me posiciono melhor no campo virtual e com os contatos q aqui tenho. Alguns permanecem, outros desaparecem, muitos eu ignoro. 

Melhor assim, a vida real já é muito dura, para eu me desesperar com a vida faceboqueana, vidinha essa fácil até de cometer suicídio virtual; mas isso, eu não faço, existem pessoas e estudos aqui, q ainda me valem muito a pena! 

E admito, na atual conjuntura, me é muito mais caro e feliz, manter contato real com amizades palpáveis, fato!